A companhia teatral Preqaria, sob a direção de João Valadares, apresenta nesta sexta-feira (11), duas exibições do espetáculo “SAGA – Uma história do povo preto” em Matozinhos (MG), destinadas ao público infantojuvenil. Com o apoio da Cimento Nacional, esta iniciativa integra o projeto “Vamos discutir o Racismo”, que combina arte e educação para abordar questões relevantes como o racismo estrutural.

Após as apresentações, ocorrerá um bate-papo com estudantes e professores da Escola Estadual Professora Vitiza Otaviano Viana e da Escola Estadual Visconde do Rio das Velhas. O objetivo é expandir o debate com crianças e adolescentes sobre as origens históricas do racismo e suas manifestações no cotidiano.
O espetáculo “SAGA – Uma história do povo preto” apresenta uma narrativa poética e reflexiva sobre a jornada do povo negro, desde as cosmogonias africanas até o Brasil atual, misturando elementos históricos, mitológicos e culturais, e proporcionando leveza ao tratar de temas profundos. Um exemplo notável é a história de Ananse, a astuta entidade-aranha da mitologia africana central, que desafia deuses e revela o valor da inteligência e da ancestralidade.
Em cena, o espetáculo utiliza recursos como máscaras, teatro de sombras e teatro de objetos, fruto de mais de uma década de pesquisa do grupo. A dramaturgia aberta exige que os atores interajam com o público, alternando entre narração épica e cenas dramáticas, criando uma experiência imersiva e educativa.
Já assistida por mais de 5 mil pessoas a partir de 10 anos, “SAGA” tem viajado por cidades como Sete Lagoas, Belo Horizonte, Ribeirão das Neves e Vitória (ES). Em cada local, o foco permanece: provocar reflexões sobre as cicatrizes da escravidão, a resistência negra e os desafios que ainda persistem no combate ao racismo estrutural nas relações sociais e no ambiente corporativo.
A companhia teatral Preqaria, sob direção de João Valadares, realiza nesta sexta-feira (11), duas apresentações do espetáculo “SAGA – Uma história do povo preto” em Matozinhos (MG), voltadas para o público infantojuvenil. Com patrocínio da Cimento Nacional, a ação faz parte do projeto “Vamos discutir o Racismo”, que une arte e educação para tratar de temas urgentes como o racismo estrutural.

Após as apresentações, haverá um bate-papo com estudantes e professores da Escola Estadual Professora Vitiza Otaviano Viana e da Escola Estadual Visconde do Rio das Velhas. A proposta é ampliar o debate com crianças e adolescentes sobre as raízes históricas do racismo e suas manifestações no cotidiano.
A peça “SAGA – Uma história do povo preto” traça uma narrativa poética e reflexiva sobre a trajetória do povo negro, desde cosmogonias africanas até o Brasil contemporâneo. A montagem combina elementos históricos, mitológicos e culturais, oferecendo leveza mesmo ao tratar de temas sérios. Um exemplo é a história de Ananse, a astuta entidade-aranha da mitologia da África Central, que desafia deuses e revela o poder da inteligência e da ancestralidade.
Em cena, o espetáculo utiliza recursos como máscaras, teatro de sombras e teatro de objetos, resultado de mais de uma década de pesquisa do grupo. A dramaturgia aberta exige que os atores dialoguem com o público e alternem entre narração épica e cenas dramáticas, criando uma experiência imersiva e educativa.
Já vista por mais de 5 mil pessoas com idade a partir de 10 anos, “SAGA” tem circulado por cidades como Sete Lagoas, Belo Horizonte, Ribeirão das Neves e Vitória (ES). Em todas, o foco é o mesmo: provocar reflexão sobre as marcas da escravidão, a resistência negra e os desafios ainda presentes no combate ao racismo estrutural nas relações sociais e no ambiente corporativo.
Fonte:Setelagoas.com