A missa de sétimo dia
da professora de História do Colégio Santa Marcelina, Soraya Tatiana Bonfim França
enterrada nessa segunda-feira (21), no Cerimonial Santa Casa BH
Soraya foi encontrada morta no último domingo (20), embaixo de um viaduto, em uma área de descarte irregular de lixo, em Vespasiano, na Grande BH. A última informação sobre o
paradeiro da professora indica que ela estava em casa por volta das 20h30 da sexta-feira (18
última vez pelo filho
Agora, a
Polícia Civil trabalha com discrição na investigação do assassinato
Também são aguardados os laudos do Instituto Médico Legal (IML), considerados cruciais para esclarecer o caso.
Dois exames são apontados como fundamentais: o que vai determinar a causa exata da morte — ou seja, como Soraya foi assassinada — e o que vai apontar se ela sofreu ou não violência sexual, já que existe a possibilidade de o estupro não ter ocorrido.
A polícia já trabalha com uma linha investigativa bem definida e tem um principal suspeito sob observação. No entanto, detalhes não são divulgados para não comprometer o andamento das investigações ou facilitar uma possível fuga.
A expectativa é de que o caso seja solucionado nos próximos dias, inclusive com a possível prisão do autor.
Professora encontrada morta
O
corpo de Soraya Tatiana Bonfim França
A vítima estava tampada parcialmente por um lençol, vestia somente a parte superior das roupas, tinha sinais de violência e estava sem documentos de identificação. O filho a reconheceu no Instituto Médico Legal (IML).
Soraya Tatiana estava desaparecida desde a noite de sexta-feira (18). Segundo a família, ela havia sido convidada para uma festa de aniversário, mas informou que não compareceria por estar passando mal.
No sábado (19), o filho tentou contato por mensagens, que não chegaram a ser visualizadas. Diante da ausência de resposta, ele pediu que uma tia, moradora do mesmo prédio, fosse até o apartamento da professora. Como ninguém atendeu, a família acionou um chaveiro e entrou no imóvel, mas Soraya Tatiana não estava lá.
O apartamento não apresentava sinais de arrombamento ou violência. O carro permanecia na garagem, mas o celular, os óculos e as chaves da professora haviam sumido.
Fonte: Itatiaia