PUBLICIDADE

Preta Gil é cremada após cortejo emocionante pelas ruas do Rio



A sexta-feira, 25 de julho, foi marcada por uma despedida pública e profundamente simbólica para Preta Gil. O corpo da cantora foi velado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro pela manhã, com acesso liberado ao público, e seguiu em cortejo até o Cemitério da Penitência, onde ocorreu a cremação no fim da tarde.

O velório começou por volta das 9h e reuniu fãs, amigos e familiares em clima de forte comoção. A cerimônia foi encerrada por volta das 13h, com uma salva de palmas e homenagens emocionadas. O filho de Preta, Francisco Gil, esteve presente o tempo todo, visivelmente abalado, e foi um dos que ajudaram a carregar o caixão na saída do teatro.

A partir das 15h, o cortejo percorreu as ruas do centro da cidade em um caminhão do Corpo de Bombeiros. O trajeto passou por vias importantes como Araújo Porto Alegre, Primeiro de Março e Avenida Presidente Vargas todas parte do circuito oficial do carnaval de rua, que recentemente foi batizado com o nome de Preta Gil.

Fãs caminharam junto ao carro do cortejo, entoando músicas marcantes da cantora, como Sinais de Fogo e Meu Corpo Quer Você. Balões vermelhos em formato de coração foram lançados ao céu durante o percurso, que teve cerca de nove quilômetros. A bateria da Mangueira, escola do coração da artista, também participou do cortejo, reforçando o elo de Preta com o samba e a cultura popular carioca.

A cremação aconteceu no Cemitério da Penitência por volta das 17h, em uma cerimônia reservada à família e amigos mais próximos. Segundo relatos da imprensa presentes no local, a cerimônia incluiu detalhes desejados por Preta em vida, como a presença de um bar de drinques no espaço da despedida gesto que reflete sua personalidade expansiva e amorosa até o fim.

Preta Gil faleceu no domingo, 20 de julho, aos 50 anos, vítima de complicações de um câncer no intestino diagnosticado em 2022. Sua última homenagem, realizada no coração cultural do Rio, reforça a dimensão artística e simbólica de sua trajetória da música ao ativismo, do carnaval à representatividade negra e LGBTQIA+.





Fonte:www.glp4.com

Leia mais