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‘Senti um ciúme extremo da parte dele’, diz irmã de mulher assassinada em BH


A irmã de
Priscilla Azevedo Mundim
, Fabíola Mundim, relatou que sentiu um ‘ciúme extremo’ por parte do
policial penal Rodrigo Caldas
, suspeito de assassinar a namorada no bairro Padre Eustáquio, região Noroeste de Belo Horizonte, neste sábado (16).

Priscilla e Rodrigo foram à casa de Fabíola e do marido, Leonardo, na sexta-feira (15), um dia antes do crime. Lá ambos relataram que o policial penal demonstrou muito ciúmes da namorada. Em um certo momento, Fabíola contou que conversou com a irmã sobre a possessividade do policial.

“Na sexta-feira eles estavam lá em casa e eu senti um ciúme extremo da parte dele. E ela virou para mim e falou assim: ‘Fa, vem aqui comigo’. Fui no quarto da minha filha com ela e ela falou: ‘Eu não tô aguentando. Ele tá me sufocando, ele tá muito possessivo’. Eu falei: ‘Sai fora, você não precisa disso’.”, relatou.

Foi nessa hora que as duas se despediram e o casal foi embora. O marido de Fabíola, Leonardo Alves de Sousa, contou à imprensa que a esposa havia dito para que Priscilla dormisse na casa da mãe naquela noite em vez de ir à casa do namorado.

Fabíola relatou que estava muito preocupada e que no sábado pela manhã começou a ligar para a irmã, que não atendia. Ela e o marido, então, decidiram ir ao local. Rodrigo não atendia ao casal na porta e, quando atendeu a uma ligação de Leonardo, disse que havia ‘feito m****’.

Toda a família de Priscilla ficou assustada com o assassinato, uma vez que não sabiam se havia um histórico de violência doméstica de Rodrigo. “Esse monstro dilacerou a nossa alma”, disse uma prima de Priscilla.

Velório

O
corpo de Priscilla começou a ser velado às 11h deste domingo (17) e seguirá até as 15h, no Cemitério Parque da Colina, no bairro Nova Cintra, região Oeste de Belo Horizonte.


Familiares revelaram à Itatiaia
que o laudo apontou que Priscilla foi morta por
asfixia mecânica por constrição e traumatismo craniano contuso
, ou seja, ele a enforcava e batia a cabeça dela ao mesmo tempo.


Rodrigo Caldas estava afastado de suas funções na polícia penal
desde o ano passado por motivos psiquiátricos. Ele foi encontrado com um ferimento de faca na barriga e foi levado ao Hospital João XXIII, onde permanece internado sob escolta policial.





Fonte: Itatiaia

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