A Itatiaia teve acesso a mensagens trocadas entre o empresário Renê da Silva Júnior,
assassino confesso do gari Laudemir de Souza Fernandes,
“Estava no lugar errado, na hora errada. Amor, eu não fiz nada.”
Depois, sobre a arma, ele dfala para que a esposa pegue uma outra arma, a que não foi usada no crime.
“Pega a 9 mm, entrega a 9 mm, não pega a outra.”
A 9 mm não foi a arma usada no crime. A usada para matar Laudemir Fernandes foi uma 380.
Entenda o caso
Conforme Boletim de Ocorrência (BO), o crime foi cometido por volta das 9h03 do dia 11 de agosto na rua Modestina de Souza. Laudemir trabalhava na coleta de lixo quando o motorista de um BYD de cor cinza, que seguia no sentido contrário, se irritou, alegando que o veículo atrapalhava o trânsito.
Renê é apontado pela polícia como o motorista. Armado, ele apontou a arma para a motorista do caminhão e ameaçou atirar no rosto dela. Ele seguiu, passou pelo caminhão, desceu do carro com a arma em punho, deixou o carregador cair, recolocou e atirou contra o gari.
A bala atingiu a região das costelas do lado direito, atravessou o corpo e se alojou no antebraço esquerdo. Renê foi preso horas depois, ao chegar à academia.
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Fonte: Itatiaia