
A história de Eloá Pimentel — que, aos 15 anos, foi vítima de um dos casos policiais mais marcantes do Brasil voltou a repercutir após a morte de Maria Augusta da Silva dos Anjos, a mulher que recebeu o coração da jovem em 2008.
Maria Augusta faleceu em maio de 2021, aos 51 anos, em um hospital particular de Parauapebas (PA), por complicações da Covid-19. Ela viveu por 13 anos com o coração de Eloá, transplantado no dia 20 de outubro daquele ano, data de seu próprio aniversário.
Quando Eloá morreu, seus pais autorizaram a doação dos órgãos da filha. Oito pessoas foram beneficiadas, incluindo receptores de coração, pulmões, rins, fígado, pâncreas e córneas.
A morte de Maria Augusta reacendeu o interesse do público pela trajetória da família e pela dimensão que o caso ganhou ao longo dos anos. A mãe de Eloá, Ana Cristina, lamentou a perda em entrevistas anteriores e relembrou o vínculo inesperado criado a partir do transplante.
O episódio retorna ao debate público impulsionado por novos conteúdos audiovisuais e matérias que revisitam a história, mostrando como o caso segue despertando curiosidade quase duas décadas depois.
Fonte:www.glp4.com