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Trump declara que os Estados Unidos irão assumir o controle da Venezuela após a captura de Maduro.


© REUTERS/Jonathan Ernst/Proibida reprodução

No último sábado, 3, o presidente dos Estados Unidos anunciou que o governo norte-americano assumirá o controle da Venezuela após uma invasão militar no país e a captura de Nicolás Maduro. A declaração foi feita durante sua primeira aparição oficial após a operação, em uma coletiva de imprensa transmitida de sua residência em Mar-a-Lago, na Flórida.

O presidente destacou que a presença dos Estados Unidos na Venezuela se estenderá até que uma transição de poder segura e apropriada possa ser realizada. Ele enfatizou que não se trata apenas de substituir a liderança do país sem garantias de estabilidade, citando experiências negativas em intervenções anteriores.

Durante sua fala, o presidente informou que tropas dos Estados Unidos já estão no solo venezuelano e permanecerão lá até que a transição esteja finalizada. Segundo ele, a operação militar foi eficaz, desmantelando completamente as defesas da Venezuela, sem que houvesse perdas entre os militares americanos ou danos aos equipamentos utilizados.

Como parte da narrativa, a captura de Nicolás Maduro ocorreu durante a noite, em uma ação que ele descreveu como rápida e precisa. O presidente afirmou que Maduro e sua esposa foram presos e serão levados a enfrentar processos judiciais nos Estados Unidos, relacionados a narcotráfico e crimes contra cidadãos americanos.

Antes da coletiva, o presidente postou em suas redes sociais uma imagem que, segundo ele, mostrava Maduro a bordo de um navio militar dos Estados Unidos. A postagem causou repercussão internacional, mas até o momento não houve uma confirmação independente sobre a localização exata onde ele se encontra detido.

O presidente também falou sobre o futuro da indústria petrolífera da Venezuela, afirmando que companhias norte-americanas assumirão o controle. Ele mencionou que empresas dos Estados Unidos irão investir bilhões para restaurar a infraestrutura de petróleo do país, que ele considerou em estado crítico.

Na mesma declaração, o governo dos Estados Unidos avisou que está pronto para realizar novas operações militares caso a resistência interna persista. O presidente comentou que uma segunda ofensiva de maior escala foi considerada, mas, no momento, acredita que não será necessária.

A situação continua a ser monitorada pela comunidade internacional, dadas as possíveis consequências políticas, econômicas e diplomáticas desse anúncio.



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O presidente dos Estados Unidos declarou neste sábado, 3, que o governo norte-americano passará a administrar a Venezuela após a invasão militar realizada no país e a captura de Nicolás Maduro. A afirmação foi feita durante a primeira manifestação oficial após a operação, em uma coletiva de imprensa transmitida de sua residência no resort de Mar-a-Lago, na Flórida.

Segundo o presidente, a permanência dos Estados Unidos na Venezuela ocorrerá até que seja possível conduzir uma transição de poder considerada adequada e segura. Ele afirmou que a intenção não é simplesmente substituir o comando do país por outra liderança sem garantias de estabilidade, alegando experiências negativas anteriores em intervenções internacionais.

Durante a declaração, o chefe do Executivo norte-americano afirmou que forças dos Estados Unidos já estão em território venezuelano e que permanecerão no país até que a transição seja concluída. De acordo com ele, a operação militar neutralizou completamente as defesas da Venezuela, sem registro de baixas entre militares norte-americanos ou danos a equipamentos utilizados na ação.

Ainda segundo o relato, a captura de Nicolás Maduro teria ocorrido durante a noite, em uma operação descrita como precisa e rápida. O presidente afirmou que Maduro e sua esposa foram detidos e encaminhados para responder a processos judiciais nos Estados Unidos, relacionados a acusações de narcotráfico e crimes contra cidadãos norte-americanos.

Pouco antes da coletiva, o presidente publicou em sua rede social uma imagem que, segundo ele, mostraria Maduro a bordo de um navio militar dos Estados Unidos. A postagem gerou repercussão internacional, mas até o momento não houve confirmação independente sobre o local exato da custódia.

O presidente também abordou o futuro do setor petrolífero venezuelano, afirmando que a área passará a ser controlada por empresas norte-americanas. Segundo ele, companhias dos Estados Unidos investirão bilhões de dólares para recuperar a infraestrutura do petróleo no país, que classificou como gravemente deteriorada.

Na mesma declaração, o governo norte-americano advertiu que está preparado para realizar uma nova ofensiva militar caso haja resistência interna. O presidente afirmou que uma segunda operação de maior escala chegou a ser considerada, mas que, no momento, avalia que não será necessária.

A situação segue acompanhada pela comunidade internacional, diante das implicações políticas, econômicas e diplomáticas do anúncio.





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