
Uma mulher nascida em Minas Gerais, identificada como Daiane Alves Souza, de 43 anos, está desaparecida desde o dia 17 de dezembro de 2025, quando foi vista pela última vez descendo de um elevador para o subsolo do edifício onde residia em Caldas Novas (GO), no interior de Goiás.
Conforme relatos de familiares, Daiane, que atuava como corretora de imóveis, mudou-se para Caldas Novas há quase dois anos com a família, após deixar Uberlândia (MG). No dia em que desapareceu, o prédio estava sem energia elétrica, e, segundo sua mãe, ela desceu ao subsolo para tentar solucionar o problema.
Imagens capturadas pelas câmeras de segurança do edifício mostram Daiane entrando no elevador por volta das 18h57, já filmando com o celular e comentando sobre a falta de energia. Pouco depois, o elevador aparece descendo até o subsolo, e, em seguida, Daiane some das gravações. Não há registros de sua saída do prédio, nem indícios de movimentação de seu carro, que estava em Uberlândia no momento do desaparecimento.
A família também menciona que tentou contato diversas vezes, sem sucesso, e que não houve movimentações bancárias, sinal de celular ou registros de deslocamento por transporte público ou aplicativos. A Polícia Civil de Caldas Novas está investigando o caso, que permanece sem explicação até o presente momento.
O desaparecimento de Daiane tem gerado intensa comoção e mistério, com familiares pedindo publicamente qualquer informação que possa auxiliar na localização da corretora.

Uma mulher natural de Minas Gerais, identificada como Daiane Alves Souza, de 43 anos, está desaparecida desde o dia 17 de dezembro de 2025, após ser vista pela última vez descendo de um elevador para o subsolo do prédio onde morava em Caldas Novas (GO), no interior de Goiás.
De acordo com familiares, Daiane, que trabalhou como corretora de imóveis, mudou-se para Caldas Novas há quase dois anos com a família após sair de Uberlândia (MG). Na data em que foi vista pela última vez, o prédio enfrentava falta de energia elétrica, e, segundo a mãe da vítima, ela teria descido ao subsolo para tentar resolver o problema.
Imagens obtidas pelas câmeras internas do edifício mostram Daiane entrando no elevador por volta das 18h57, já filmando com o celular e comentando sobre o corte de energia. Pouco depois, o elevador é registrado descendo até o subsolo e, em seguida, Daiane desaparece das gravações. Não há registros de sua saída do prédio, nem sinais de movimentação do carro dela, que estava em Uberlândia no momento do desaparecimento.
A família relata ainda que tentou contato diversas vezes, sem sucesso, e que não houve movimentações bancárias, sinal de celular ou registros de deslocamento por transporte público ou aplicativos. A Polícia Civil de Caldas Novas investiga o caso, que segue sem explicação até o momento.
O desaparecimento de Daiane tem gerado grande comoção e mistério, com familiares apelando por qualquer informação que possa ajudar a localizar a corretora.