
Um deputado federal do PT e um vereador de Sete Lagoas propuseram a federalização do Hospital Regional, sugerindo que a gestão da unidade fosse transferida para o governo federal, com o intuito de torná-lo um hospital universitário.
O prefeito Douglas Melo se manifestou de forma clara, rejeitando a proposta. Ele afirmou que a mudança não é necessária, visto que o financiamento do hospital já está garantido através de um acordo com o Governo de Minas Gerais.
Segundo a administração municipal, o governador Romeu Zema e o secretário estadual de Saúde, Fábio Baccheretti, confirmaram que todo o montante necessário para a operação da unidade está assegurado. Isso significa que, assim que o hospital começar a atender, os recursos para os serviços estarão disponíveis dentro do SUS.
A administração também enfatiza que essa parceria não é temporária nem restrita a um período de dois anos. Trata-se de um compromisso duradouro entre os órgãos públicos, proporcionando estabilidade financeira para a operação contínua do hospital, e não apenas limitada a dois anos com os fundos da Vale.
Para o prefeito, iniciar um processo de federalização neste momento poderia resultar em atrasos e complicações burocráticas desnecessárias. A prioridade, segundo ele, é finalizar a entrega da unidade e colocá-la em pleno funcionamento o mais rápido possível, com segurança e responsabilidade.

Um deputado federal do PT e um vereador de Sete Lagoas sugeriram a federalização do Hospital Regional, com a proposta de transferir a gestão da unidade para a esfera federal e transformá-la em hospital universitário.
O prefeito Douglas Melo foi claro ao descartar a ideia. Segundo ele, a mudança não é necessária, já que o custeio do hospital já está garantido por meio de pactuação com o Governo de Minas Gerais.
De acordo com a Prefeitura, o governador Romeu Zema e o secretário estadual de Saúde, Fábio Baccheretti, asseguraram todo o valor necessário para o funcionamento da unidade. Isso significa que, assim que o hospital abrir as portas, os recursos para manter os atendimentos estarão garantidos dentro do SUS.
A administração municipal também reforça que essa pactuação não é temporária nem limitada a dois anos. Trata-se de um compromisso permanente entre os entes públicos, garantindo estabilidade financeira para a operação contínua do hospital e não por apenas 2 anos através do recurso da Vale.
Para o prefeito, iniciar um processo de federalização neste momento poderia gerar atrasos e criar entraves burocráticos desnecessários. A prioridade, segundo ele, é concluir a entrega da unidade e colocá-la em pleno funcionamento o quanto antes, com segurança e responsabilidade.