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Mulher é enganada por golpista que se fez passar por advogado e perde R$ 2 mil em Sete Lagoas


Foto: Ilustrativa

Na tarde desta quarta-feira (12), uma mulher de 50 anos foi alvo de um golpe em Sete Lagoas, no bairro Nossa Senhora das Graças. A Polícia Militar registrou a ocorrência e a encaminhou para a Delegacia de Plantão para investigação.

De acordo com a vítima, recebeu mensagens via WhatsApp de um homem se apresentando como seu advogado. O homem informou que um processo judicial havia sido finalizado com um resultado favorável e que, para liberar o valor da suposta causa ganha, ela precisaria pagar R$ 2 mil em custas e tributos.

Ao dizer que não tinha como arcar com o valor, foi sugerido que a mulher contratasse um empréstimo em um banco digital para conseguir o montante exigido. Convencida da legitimidade da solicitação, ela tomou o empréstimo e fez o pagamento através de um boleto bancário.

Foi apenas depois da transferência que a mulher percebeu a fraude. Ela tentou entrar em contato com a instituição financeira para bloquear o valor e recebeu a orientação de registrar um boletim de ocorrência para formalizar a reclamação.

A Polícia Civil investigará o caso. As autoridades recomendam que qualquer pedido de pagamento relacionado a ações judiciais seja confirmado diretamente com o advogado através de contatos oficiais previamente conhecidos, evitando a comunicação apenas por mensagens recebidas em aplicativos.



Foto: Ilustrativa

Uma mulher de 50 anos foi vítima de estelionato na tarde desta quarta-feira (12), no bairro Nossa Senhora das Graças, em Sete Lagoas. A ocorrência foi registrada pela Polícia Militar e encaminhada à Delegacia de Plantão para investigação.

Conforme o relato da vítima, ela recebeu mensagens pelo WhatsApp de um homem que se apresentou como seu advogado. O suspeito informou que um processo judicial teria sido concluído com decisão favorável e que, para liberar o valor da suposta causa ganha, seria necessário o pagamento de R$ 2 mil referentes a custas e tributos.

Ao informar que não dispunha do valor, a mulher foi orientada a contratar um empréstimo em um banco digital para quitar a quantia exigida. Convencida de que a solicitação era legítima, ela realizou o empréstimo e efetuou o pagamento por meio de boleto bancário.

Somente após a transferência a vítima percebeu que havia sido enganada. Ela entrou em contato com a instituição financeira para tentar bloquear o valor e foi orientada a registrar boletim de ocorrência para formalizar a contestação.

O caso será apurado pela Polícia Civil. A orientação das autoridades é que qualquer pedido de pagamento relacionado a processos judiciais seja confirmado diretamente com o advogado por meio de contatos oficiais já conhecidos, evitando tratar exclusivamente por mensagens recebidas em aplicativos.





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