
Equipes do SAMU e da Polícia Militar foram acionadas na manhã deste domingo (22) no bairro Santo Antônio, em Sete Lagoas, após a descoberta de um bebê de cerca de seis meses sem sinais vitais dentro de uma residência.
No local, já estava a Unidade de Suporte Avançado (USA 07) do SAMU. A equipe médica informou que a criança foi entregada por um membro da família, já sem sinais vitais aparentes. Na avaliação inicial, foram notadas pequenas quantidades de espuma nas narinas e discreta secreção na cavidade oral.
De acordo com relatos, o bebê não tinha histórico conhecido de doenças. A mãe mencionou ter alimentado a criança com mamadeira por volta de 1h30 e, após um episódio de vômito, limpou-a e a colocou para arrotar. Posteriormente, disse ter adormecido com o bebê sobre o peito, com uma almofada ao lado. Ao acordar, percebeu que a criança apresentava coloração arroxeada ao redor da boca e estava sem respirar.
Uma familiar afirmou que, por volta das 5h, ouviu o choro do bebê e viu a mãe acordada com a criança no colo. No entanto, a mãe declarou não se lembrar desse momento.
A perícia técnica foi ao local e realizou os procedimentos necessários. A análise preliminar indicou que a causa provável da morte estava compatível com asfixia mecânica, mas não foi possível determinar o motivo exato no momento. Marcas arroxeadas foram observadas na região torácica e no pescoço, além de um leve hematoma no rosto. A estimativa inicial sugere que o óbito possa ter ocorrido por volta das 5h30.
Após os procedimentos, o corpo foi enviado ao necrotério municipal para exames adicionais.
Com base nas informações iniciais e na dinâmica dos fatos, a mãe foi presa em flagrante, sob suspeita de homicídio culposo, e levada à autoridade policial para as devidas providências. O caso está sob investigação da Polícia Civil, que aguarda o laudo necroscópico conclusivo.

Uma ocorrência mobilizou equipes do SAMU e da Polícia Militar na manhã deste domingo (22), no bairro Santo Antônio, em Sete Lagoas, após um bebê de aproximadamente seis meses ser encontrado sem sinais vitais dentro de uma residência.
No local, já se encontrava a Unidade de Suporte Avançado (USA 07) do SAMU. Segundo a equipe médica, a criança foi entregue por uma familiar, já apresentando ausência de sinais vitais aparentes. Durante a avaliação inicial, foram observadas pequenas quantidades de espuma nas narinas e discreta secreção na cavidade oral.
Conforme informações repassadas, o bebê não possuía histórico conhecido de doenças. A mãe relatou que, por volta de 1h30 da madrugada, alimentou a criança com mamadeira e que, após episódio de vômito, realizou a limpeza e a colocou para arrotar. Em seguida, afirmou ter adormecido com o bebê sobre o peito, posicionando uma almofada ao lado do corpo da criança. Ao acordar, percebeu que o filho apresentava coloração arroxeada na região da boca e não respirava.
Uma familiar informou que, por volta das 5h, ouviu o choro do bebê e viu a mãe acordada com a criança no colo. No entanto, a genitora declarou não se recordar desse momento.
A perícia técnica compareceu ao local e realizou os trabalhos de praxe. Em análise preliminar, a causa provável da morte foi apontada como compatível com asfixia mecânica, sem que fosse possível, naquele momento, determinar o motivo exato. Foram observadas marcas arroxeadas na região torácica e no pescoço, além de leve hematoma no rosto. A estimativa inicial indica que o óbito pode ter ocorrido por volta das 5h30.
Após os procedimentos, o corpo foi encaminhado ao necrotério municipal para exames complementares.
Diante dos elementos iniciais e da dinâmica relatada, a mãe foi presa em flagrante, em tese, pelo crime de homicídio culposo, sendo conduzida à autoridade de Polícia Judiciária para as providências cabíveis. O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que aguarda o laudo necroscópico conclusivo.