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Operação Nefilah Rabat investiga perfis do Instagram que disseminaram ofensas a adolescentes em Sete Lagoas.


Foto: PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais deu início, na tarde deste domingo (23), à fase inaugural da operação Nefilah Rabat, sob a coordenação da 4ª Delegacia de Polícia Civil de Sete Lagoas. O objetivo da operação é localizar os responsáveis pela criação de vários perfis em uma rede social que publicaram conteúdos considerados difamatórios e injuriosos contra adolescentes, principalmente residentes em Sete Lagoas.

Segundo a corporação, os perfis foram estabelecidos no segundo semestre de 2025 e estavam ligados ao termo “Saraha”. O nome da operação, oriundo do hebraico, significa “queda da princesa”, em alusão às denominações utilizadas nas páginas que estão sob investigação.

Na ação, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão nas cidades de Sete Lagoas e Belo Horizonte. O objetivo era coletar dispositivos como aparelhos celulares, notebooks, computadores e tablets que supostamente foram usados pelos suspeitos.

De acordo com a Polícia Civil, quatro adolescentes, com idades entre 15 e 17 anos, e uma jovem de 18 anos foram identificadas como participantes. O pedido de prisão temporária da maior de idade foi analisado pelo Judiciário, mas não foi aceito.

A instituição acrescentou que o andamento da operação ficou interrompido por meses devido a um conflito de competência entre a Vara da Infância e Juventude e a 2ª Vara Criminal da Comarca, que lida com casos de proteção de mulheres, uma vez que a maioria das vítimas é adolescente e do sexo feminino.

A segunda fase da operação será iniciada para identificar indivíduos que, de forma anônima, utilizaram uma plataforma de mensagens para enviar conteúdos ofensivos aos perfis em investigação. Segundo a Polícia Civil, os responsáveis poderão ser processados judicialmente pelos atos cometidos no ambiente virtual.



Foto: PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais deflagrou, na tarde deste domingo (23), a primeira fase da operação Nefilah Rabat, conduzida pela 4ª Delegacia de Polícia Civil de Sete Lagoas. A ação tem como objetivo identificar os responsáveis pela criação de diversos perfis em uma rede social utilizados para publicar conteúdos considerados injuriosos e difamatórios contra adolescentes, em sua maioria moradoras de Sete Lagoas.

De acordo com a corporação, os perfis foram criados no segundo semestre de 2025 e eram associados ao termo “Saraha”. O nome da operação, de origem hebraica, significa “queda da princesa”, em referência à nomenclatura utilizada nas páginas investigadas.

Durante a ação, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão nos municípios de Sete Lagoas e Belo Horizonte. A medida teve como finalidade recolher aparelhos celulares, notebooks, computadores e tablets supostamente utilizados pelos investigados.

Segundo a Polícia Civil, quatro adolescentes, com idades entre 15 e 17 anos, e uma jovem de 18 anos foram identificadas como envolvidas. O pedido de prisão temporária da maior de idade foi analisado pelo Judiciário, mas não foi deferido.

A instituição informou ainda que o andamento da operação ficou suspenso por meses devido a um conflito de competência entre a Vara da Infância e Juventude e a 2ª Vara Criminal da Comarca, responsável por processos relacionados à proteção de mulheres, já que a maioria das vítimas é adolescente e do sexo feminino.

A segunda fase da operação será iniciada para identificar outras pessoas que, de forma anônima, utilizaram uma plataforma de mensagens para enviar conteúdos ofensivos aos perfis investigados. Conforme a Polícia Civil, os responsáveis poderão responder judicialmente pelos atos praticados no ambiente virtual.





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