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Operação Firewall realiza prisões e foca em ameaças a juiz e delegado


Foto: PCMG

Na última sexta-feira, 27, a Polícia Civil de Minas Gerais deu início à segunda fase da Operação Firewall, liderada pela Delegacia de Polícia Civil de Peçanha. A operação teve o auxílio do Gabinete de Segurança Institucional do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, dos Núcleos de Inteligência dos Tribunais de Justiça de Santa Catarina e Goiás, além das polícias civis de Santa Catarina e Goiás e do Conselho Nacional de Justiça.

O intuito é aprofundar as investigações sobre um esquema criminoso que visa acessar sistemas do Poder Judiciário de forma ilegítima e intimidar autoridades públicas.

Durante essa fase, foram cumpridos cinco mandados judiciais emitidos pela Justiça de Minas Gerais, após solicitação da Polícia Civil e aprovação do Ministério Público. Entre essas ordens, foram efetuadas duas prisões preventivas, resultando na detenção de um homem de 19 anos e uma mulher de 45 anos, além de uma internação provisória de um jovem de 16 anos. Também foram realizados dois mandados de busca e apreensão.

Um dos detidos foi encontrado em Caldas Novas, Goiás. As ordens foram executadas no Distrito Federal e Goiás, com suporte das polícias civis desses locais, enfatizando a natureza interestadual da investigação.

Durante as operações, foram confiscados celulares e outros dispositivos eletrônicos, que passarão por uma análise técnica para identificar possíveis outros envolvidos.

A Polícia Civil destaca que um aspecto crítico da investigação é que o juiz responsável pelo controle judicial do caso e o delegado que lidera o inquérito teriam sido alvos diretos da organização criminosa. As apurações indicam tentativas de acesso indevido a credenciais institucionais e bloqueios de valores em contas ligadas a essas autoridades.

Além disso, as investigações revelam que os atos foram realizados por meio da invasão de credenciais funcionais de uma servidora pública do Estado de Sergipe, utilizadas de forma ilegal. Essa conduta é considerada uma tentativa de intimidação e interferência nas atividades das instituições de Justiça.

A operação permanece ativa e novas ações não estão descartadas. A Polícia Civil declarou que continuará seu trabalho para identificar outros envolvidos e possíveis conexões com grupos especializados em crimes cibernéticos.



Foto: PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais deflagrou, nesta sexta-feira, dia 27, a segunda fase da Operação Firewall, conduzida pela Delegacia de Polícia Civil em Peçanha. A ação contou com o apoio do Gabinete de Segurança Institucional do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, dos Núcleos de Inteligência dos Tribunais de Justiça de Santa Catarina e Goiás, da Polícia Civil de Santa Catarina, da Polícia Civil de Goiás e do Conselho Nacional de Justiça.

O objetivo é aprofundar as investigações sobre um esquema criminoso voltado ao acesso indevido a sistemas do Poder Judiciário e à prática de atos destinados à intimidação de autoridades públicas.

Nesta etapa, foram cumpridos cinco mandados judiciais expedidos pela Justiça de Minas Gerais, após representação da Polícia Civil e parecer favorável do Ministério Público. Foram executados dois mandados de prisão preventiva, que resultaram na prisão de uma mulher de 45 anos e de um homem de 19 anos, além de uma medida de internação provisória contra um adolescente de 16 anos. Também foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão.

Um dos alvos foi preso em Caldas Novas, no estado de Goiás. As ordens judiciais foram cumpridas no Distrito Federal e em Goiás, com apoio das polícias civis locais, evidenciando o caráter interestadual da investigação.

Durante as diligências, foram apreendidos celulares e outros dispositivos eletrônicos, que serão submetidos a análise técnica para identificação de possíveis outros envolvidos.

Segundo a Polícia Civil, um dos pontos mais sensíveis da investigação é que o magistrado responsável pelo controle judicial do caso e o delegado que conduz o inquérito teriam sido alvo direto da organização. As apurações indicam tentativas de acesso indevido a credenciais institucionais e bloqueios de valores em contas vinculadas às autoridades.

Ainda conforme as investigações, os atos teriam sido praticados a partir da invasão das credenciais funcionais de uma servidora pública do Estado de Sergipe, utilizadas de forma ilícita. A conduta é tratada como tentativa de intimidação e interferência no funcionamento das instituições de Justiça.

A operação segue em andamento e novas medidas não estão descartadas. A Polícia Civil informou que continuará atuando para identificar outros envolvidos e eventuais conexões com grupos especializados em crimes cibernéticos.





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