
A cantora Bea Duarte aproveitou o Dia Internacional da Mulher para reforçar que a data carrega um significado muito mais profundo do que celebrações simbólicas. Para a artista, o 8 de março representa um momento de memória, resistência e reflexão sobre a realidade enfrentada por mulheres ao longo da história.
Segundo Bea Duarte, o mês de março deve ser um período dedicado a discutir pautas urgentes relacionadas aos direitos das mulheres e à própria sobrevivência feminina em uma sociedade ainda marcada por desigualdades e violência.
“O dia das mulheres, junto com o mês, não é de celebração com flores. Sempre foi um dia de resistência, marcado por dor e luta histórica”, afirma.
Para a cantora, a data também serve como um alerta sobre a necessidade de ampliar o debate sobre direitos e segurança. “Cada ano que passa isso fica mais evidente. É um mês em que precisamos focar nas pautas da luta da sobrevivência feminina e dos direitos.”
Ao falar sobre o que a impulsiona diariamente, Bea Duarte destaca a força que nasce da união entre mulheres e do desejo coletivo de transformar o mundo.
“Outras mulheres dão força. O propósito de tentar fazer o mundo um pouco melhor é o que me move”, explica.
A artista também ressalta que ser mulher envolve reconhecer uma potência que vai além das limitações impostas socialmente. “Ser mulher é ser uma pessoa com infinitas capacidades e forças, mesmo que a sociedade tente podar.”
Inspirada pelas discussões sobre violência contra mulheres no país, Bea Duarte também apresenta um novo projeto musical que dialoga diretamente com esse momento social. A cantora acaba de lançar a música “Não vai levar”, canção que aborda a realidade de tantas mulheres que enfrentam situações de violência.
“A música fala justamente sobre esse momento que estamos vivendo, com tantos casos de feminicídio no país”, conta.
A canção “Não vai levar” já está disponível em todas as plataformas digitais.
Fonte:www.glp4.com