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Comércio em Minas Gerais cai 0,4% em janeiro, segundo IBGE


Venda de combustíveis e lubrificantes teve um impacto negativo significativo nos indicadores de Minas Gerais – Imagem: Helena Pontes/Agência IBGE Notícias

Em janeiro de 2026, o volume de vendas no comércio varejista de Minas Gerais apresentou uma retração de 0,4% em relação a dezembro de 2025, conforme os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Contrariamente, o resultado a nível nacional foi um crescimento de 0,4%.

Segundo a pesquisa, a principal causa do desempenho negativo em Minas Gerais foi a queda nas vendas de combustíveis e lubrificantes, que impactou diretamente o comércio estatal.

Apesar do resultado negativo mensal, a avaliação acumulada nos últimos 12 meses mostra uma estabilidade no setor. Durante esse período, Minas Gerais teve seis meses de resultados positivos, cinco negativos e um estável, culminando em um crescimento de 0,2% no comércio varejista.

No nível nacional, o progresso foi ainda maior, com um aumento de 1,5% no mesmo intervalo de 12 meses.



Venda de Combustíveis e lubrificantes foi a principal influência negativa no indicador de Minas Gerais – Foto: Helena Pontes/Agência IBGE Notícias

O volume de vendas do comércio varejista em Minas Gerais registrou queda de 0,4% em janeiro de 2026 na comparação com dezembro de 2025, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. No mesmo período, o resultado nacional foi positivo, com crescimento de 0,4%.

De acordo com o levantamento, o principal impacto negativo no indicador mineiro veio da atividade de venda de combustíveis e lubrificantes, que apresentou retração no período e influenciou diretamente o desempenho do comércio no estado.

Apesar do resultado mensal negativo, o desempenho acumulado dos últimos 12 meses mostra certa estabilidade no setor. No período, Minas Gerais registrou seis resultados positivos, cinco negativos e um estável, resultando em crescimento de 0,2% no comércio varejista.

No cenário nacional, o avanço foi maior, com crescimento de 1,5% no mesmo intervalo de 12 meses.





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