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Júri popular de réu pela morte de jovem empresário terá início nesta quinta-feira em Sete Lagoas.


Da esquerda para direita: réu e a vítima.

O Tribunal do Júri na Comarca de Sete Lagoas deu início, nesta quinta-feira (12), ao julgamento do homem acusado de assassinar o jovem empresário Paulo Henrique Gonçalves Pereira, de 25 anos. O crime, que ocorreu em Funilândia, na região Central de Minas Gerais, gerou grande impacto em toda a área local.

No período da manhã do julgamento, foram ouvidas as testemunhas da acusação e da defesa, assim como o interrogatório do réu. Após essa fase, o júri entrou em intervalo para o almoço. À tarde, estão programados os debates entre o Ministério Público e a defesa, onde ambas as partes apresentarão seus argumentos aos jurados antes da decisão final.

Paulo Henrique foi morto a tiros no dia 26 de maio de 2025 em um posto de combustíveis em Funilândia. As investigações indicam que o acusado do crime é André Felipe Amaral da Cunha, que teria cometido o homicídio motivado por ciúmes, após suspeitar que a vítima tinha um relacionamento com sua ex-esposa. A mulher refutou essa afirmação durante seu depoimento à polícia.

Imagens de câmeras de segurança capturaram o momento em que o suspeito se aproxima da vítima no posto de gasolina e efetua vários disparos. O jovem empresário ainda tentou escapar com seu veículo, mas acabou sendo atingido e faleceu no local.

Após o crime, o réu fugiu e permaneceu escondido por algumas semanas, até se apresentar à polícia em junho de 2025. Desde então, ele está em prisão preventiva e foi pronunciado pela Justiça para responder por homicídio qualificado, motivado por motivo fútil e por dificultar a defesa da vítima.

O julgamento é aberto ao público, com respeito ao limite de ocupação do plenário. Amigos e familiares de Paulo Henrique estão acompanhando o processo e promovendo mobilizações nas redes sociais para pedir justiça pela morte do jovem empresário.



Da esquerda para direita: acusado e a vitima

O Tribunal do Júri da Comarca de Sete Lagoas iniciou nesta quinta-feira (12) o julgamento do homem acusado de assassinar o jovem empresário Paulo Henrique Gonçalves Pereira, de 25 anos. O crime ocorreu em Funilândia, na região Central de Minas Gerais, e gerou grande repercussão em toda a região.

Durante a parte da manhã do julgamento foram ouvidas testemunhas de acusação e defesa, além do interrogatório do réu. Após essa etapa, o júri entrou em intervalo para o almoço. No período da tarde estão previstos os debates entre Ministério Público e defesa, fase em que as partes apresentam seus argumentos aos jurados antes da decisão final.

Paulo Henrique foi morto a tiros no dia 26 de maio de 2025 em um posto de combustíveis em Funilândia. De acordo com as investigações, o acusado do crime é André Felipe Amaral da Cunha, que teria cometido o homicídio motivado por ciúmes, após suspeitar que a vítima mantinha um relacionamento com sua ex-esposa. A mulher negou essa versão durante depoimento à polícia.

Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o suspeito se aproxima da vítima no posto de gasolina e realiza vários disparos. O jovem empresário ainda tentou fugir com o veículo, mas acabou atingido e morreu no local.

Após o crime, o acusado fugiu e permaneceu escondido por algumas semanas até se apresentar à polícia em junho de 2025. Desde então ele permanece preso preventivamente e foi pronunciado pela Justiça para responder por homicídio qualificado, por motivo fútil e por dificultar a defesa da vítima.

O julgamento é aberto ao público, respeitando o limite de lotação do plenário. Familiares e amigos de Paulo Henrique acompanham o processo e realizaram mobilizações nas redes sociais pedindo justiça pela morte do jovem empresário.





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