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Justiça mantém prisão de síndico acusado de assassinar e ocultar corpo de mineira em Caldas Novas


Foto: arquivo pessoal da família e imagem reprodução de uma câmera de segurança no elevador antes da vítima ser morta

A Justiça decidiu manter encarcerado o síndico acusado de assassinar e ocultar o corpo de Daiane Alves Souza, de 43 anos, em Caldas Novas, Goiás. A decisão foi proferida pela 1ª Vara Criminal da cidade, que entendeu que os indícios de autoria e materialidade do crime ainda são válidos.

Segundo as investigações, a vítima desapareceu em dezembro de 2025 após descer ao subsolo do condomínio onde residia para verificar um problema elétrico em seu apartamento. A suspeita é de que o síndico tenha desligado a eletricidade intencionalmente para atrair a mulher ao local.

No subsolo do prédio, ela teria sido surpreendida e morta a tiros. Após o crime, o corpo foi colocado em um veículo e transportado para uma área de mata ao lado da rodovia GO-213, onde foi abandonado. O cadáver foi descoberto mais de um mês depois do desaparecimento.

A decisão judicial também marcou a audiência de instrução e julgamento para o dia 6 de maio de 2026, quando serão ouvidas as testemunhas e apresentados novos elementos do processo.

Conforme a investigação, o acusado acompanhou as buscas pela vítima e manteve contato com a família durante o tempo em que ela estava desaparecida, sem revelar informações sobre o local onde o corpo estava.



Foto: arquivo pessoal da família e imagem reprodução de uma câmera de segurança no elevador antes da vítima ser morta

A Justiça decidiu manter preso o síndico acusado de assassinar e ocultar o corpo da mineira Daiane Alves Souza, de 43 anos, em Caldas Novas, no estado de Goiás. A decisão foi tomada pela 1ª Vara Criminal da cidade, que entendeu que permanecem os indícios de autoria e materialidade do crime.

De acordo com as investigações, a vítima desapareceu em dezembro de 2025 após descer ao subsolo do condomínio onde morava para verificar um problema de energia em seu apartamento. A suspeita é de que o síndico tenha desligado propositalmente a eletricidade para atrair a mulher ao local.

No subsolo do prédio, ela teria sido surpreendida e morta a tiros. Após o crime, o corpo foi colocado em um veículo e levado para uma área de mata às margens da rodovia GO-213, onde foi abandonado. O cadáver só foi encontrado mais de um mês depois do desaparecimento.

A decisão judicial também marcou a audiência de instrução e julgamento para o dia 6 de maio de 2026, quando serão ouvidas testemunhas e apresentados novos elementos do processo.

Segundo a investigação, o acusado chegou a acompanhar as buscas pela vítima e manteve contato com familiares durante o período em que ela estava desaparecida, sem revelar informações sobre o paradeiro do corpo.





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