
Recentes revelações após a prisão de um homem de 43 anos que se apresentava como policial em
Sete Lagoas mostram que ele usava documentos de um militar falecido e possuía itens que aumentavam as suspeitas de atividades ilegais. O incidente ocorreu no bairro Alvorada, na tarde de quarta-feira (18).
De acordo com as investigações, o indivíduo usava vestimentas similares às da Polícia Civil e transitava pela área em uma motocicleta, aproximando-se de casas e batendo nos portões. Isso despertou a desconfiança dos moradores, que fizeram a denúncia após ver imagens circulando nas redes sociais.
Na abordagem, a polícia encontrou documentos oficiais em nome de um policial militar já falecido, que estavam associados a uma arma de fogo considerada extraviada desde 2024. Em seu depoimento, o homem alegou ter obtido o documento sem permissão da família do militar.
Além disso, as autoridades apreenderam uma série de itens, incluindo um par de algemas, roupas identificadas com insignias policiais e ferramentas conhecidas como “micha”, frequentemente usadas para abrir fechaduras de forma irregular. O suspeito não forneceu explicações convincentes sobre a origem desses produtos.
Embora ele tenha afirmado que não buscava benefícios financeiros e que suas ações eram motivadas apenas por vaidade, a polícia não descarta outras possibilidades. O modo como ele se aproximava das residências e a posse de ferramentas suspeitas sugerem que ele poderia estar monitorando os locais.
O homem foi levado à delegacia local, onde o caso continua sob investigação. A ocorrência foi registrada como simulação de função pública, um crime que pode acarretar penalidades severas.

Novas informações reveladas após a prisão do homem de 43 anos que se passava por policial em Sete Lagoas indicam que ele utilizava documentos pertencentes a um militar já falecido e mantinha consigo objetos que reforçam a suspeita de práticas ilegais. O caso foi registrado no bairro Alvorada, na tarde de quarta-feira (18).
De acordo com a apuração, o suspeito vestia roupas semelhantes às utilizadas por agentes da Polícia Civil e circulava pela região em uma motocicleta, se aproximando de residências e batendo em portões. A atitude gerou desconfiança entre moradores e levou à denúncia, após imagens começarem a circular em redes sociais.
Durante a abordagem, foram encontrados com o homem documentos oficiais em nome de um policial militar já falecido. O registro estava vinculado a uma arma de fogo considerada extraviada desde 2024. Em depoimento, ele afirmou ter pegado o documento sem autorização da própria família do militar.
Além disso, os policiais apreenderam diversos itens, entre eles um par de algemas, peças de vestuário com identificação policial e ferramentas conhecidas como “micha”, geralmente utilizadas para abertura irregular de fechaduras. O suspeito não conseguiu apresentar justificativa para a posse dos objetos.
Apesar de afirmar que não buscava vantagem financeira, alegando agir apenas por vaidade pessoal, a polícia não descarta outras hipóteses. A forma de atuação, com aproximação de imóveis e posse de instrumentos suspeitos, levanta a possibilidade de que ele estivesse monitorando residências.
O homem foi encaminhado à delegacia de plantão da cidade, onde o caso segue sob investigação. A ocorrência foi registrada como simulação de função pública, crime que pode gerar penalidades severas.