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Antes do Carnaval, Ludmilla viaja aos EUA para viver o Super Bowl pela primeira vez



Antes de mergulhar na intensa maratona de shows do Carnaval brasileiro, Ludmilla faz uma pausa estratégica na agenda para viver uma experiência inédita. A cantora embarca para os Estados Unidos para acompanhar, pela primeira vez, o Super Bowl, um dos maiores espetáculos esportivos e de entretenimento do mundo. A final da liga de futebol americano acontece no dia 8 de fevereiro, no Levi”s® Stadium, na Califórnia, e terá como atração musical do intervalo o astro porto-riquenho Bad Bunny.

O convite partiu da Levi”s® Brasil, marca que leva Ludmilla para a Bay Area, região da Baía de São Francisco, onde a artista participa de ativações especiais que unem esporte, música e lifestyle em escala global. A viagem marca não apenas um momento de lazer, mas também de conexão com um evento que simboliza alcance internacional e diálogo entre diferentes culturas.

Para Ludmilla, a presença no Super Bowl carrega um significado especial. A cantora destaca a importância de ver um artista latino ocupar o palco do intervalo, tradicionalmente reservado a nomes de projeção mundial. Segundo ela, a apresentação de Bad Bunny representa o avanço da música latina e o espaço cada vez maior conquistado por artistas que fogem do eixo anglo-saxão dominante na indústria do entretenimento.

A experiência internacional antecede o início oficial da agenda carnavalesca da artista no Brasil. O pontapé inicial acontece em Salvador, no dia 12 de fevereiro, com o desfile do Fervo da Lud no circuito Barra Ondina. Em seguida, Ludmilla se apresenta no Recife, no dia 14, e encara uma maratona dupla em São Paulo e Belo Horizonte, no dia 15. O encerramento acontece no Rio de Janeiro, em 17 de fevereiro, quando o Fervo da Lud volta às ruas com expectativa de reunir mais de um milhão de foliões.

O sucesso do bloco reflete a força da trajetória de Ludmilla na música brasileira e internacional. Primeira artista preta brasileira a atingir a marca de 15 bilhões de streams nas plataformas digitais, ela se consolidou como a maior artista preta da América Latina. Atualmente, integra o seleto grupo das seis mulheres pretas mais ouvidas do mundo, ao lado de Rihanna, SZA, Doja Cat e Beyoncé, reafirmando seu protagonismo dentro e fora do país.





Fonte:www.glp4.com

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