
O julgamento do caso de Henry Borel começou na manhã desta segunda-feira (23), no 2º Tribunal do Júri, no Rio de Janeiro. Após cinco anos de investigações, apelos e trâmites legais, os acusados enfrentam agora o júri popular.
Henry Borel tinha apenas 4 anos quando faleceu, em março de 2021, em sua casa na Barra da Tijuca, onde morava com a mãe e o padrasto. Inicialmente, a causa da morte foi atribuída a um acidente doméstico, mas exames subsequentes revelaram várias lesões indicativas de agressões.
Segundo as investigações, o menino apresentava sinais de violência habitual, levando o caso a ser classificado como homicídio. O padrasto é acusado de ser o responsável pelas agressões que resultaram em sua morte, enquanto a mãe é acusada de omissão.
Ambos foram detidos em abril de 2021 e continuam como réus na ação. Ao longo dos anos, a defesa interpôs recursos que prolongaram a realização do julgamento.
Esse caso gerou ampla repercussão em todo o país e se tornou um símbolo da discussão sobre a violência contra crianças e a responsabilidade familiar.
O pai da criança está presente no julgamento, atuando como assistente de acusação e buscando justiça desde o falecimento do filho. A expectativa é de que o júri forneça uma solução definitiva para um caso que comoveu a nação.
Além do julgamento, foi organizada uma manifestação em frente ao fórum, reunindo organizações voltadas à defesa dos direitos de crianças e adolescentes.

O julgamento do caso Henry Borel teve início na manhã desta segunda-feira (23), no 2º Tribunal do Júri, no Rio de Janeiro. Após cinco anos de investigações, recursos e trâmites judiciais, os réus enfrentam agora o júri popular.
Henry Borel tinha 4 anos quando morreu, em março de 2021, no apartamento onde vivia com a mãe e o padrasto, na Barra da Tijuca. Inicialmente, foi relatado que a criança teria sofrido um acidente doméstico, mas exames posteriores apontaram múltiplas lesões causadas por agressões.
De acordo com as investigações, o menino apresentava sinais de violência recorrente, e o caso passou a ser tratado como homicídio. O padrasto é acusado de ter causado as agressões que levaram à morte, enquanto a mãe responde por omissão.
Os dois foram presos em abril de 2021 e permanecem como réus no processo. Ao longo dos anos, a defesa apresentou recursos que contribuíram para o tempo até a realização do julgamento.
O caso ganhou grande repercussão nacional e se tornou símbolo de debates sobre violência contra crianças e responsabilidade familiar.
O pai da criança acompanha o julgamento e tem atuado como assistente de acusação, cobrando justiça desde a morte do filho. A expectativa é de que o júri traga uma resposta definitiva sobre o caso, que comoveu o país.
Além do julgamento, também foi organizada uma manifestação em frente ao fórum, reunindo entidades ligadas à defesa dos direitos de crianças e adolescentes.