
Em um movimento que promete agitar o cenário político, Sophia Barclay, a influenciadora digital conhecida como a “trans de direita”, lançou oficialmente sua pré-candidatura a deputada federal por São Paulo. Filia-se ao Partido Novo, Sophia quer representar uma fatia da comunidade LGBTQIA+ que, segundo ela, não se vê refletida nas propostas da esquerda. Mas o que está por trás dessa candidatura e quais são suas propostas?
Um projeto político ousado
Sophia tem usado suas redes sociais para deixar claro que sua existência não se encaixa em rótulos políticos tradicionais. Suas principais bandeiras para o Congresso Nacional focam nos “valores reais do cidadão brasileiro”, como ela mesma define. Entre eles:
- Segurança Pública: Defende medidas rigorosas contra o crime organizado e expressa total apoio às forças policiais.
- Educação e Família: Critica o que chama de “doutrinação ideológica” e a discussão de identidade de gênero para crianças, defendendo que “criança trans não existe” e que o papel da família deve ser priorizado.
- Economia: Apoia o corte de benefícios sociais considerados “assistencialistas”, como o programa pé-de-meia, promovendo a meritocracia e a geração de empregos.
Mesmo filiada ao Partido Novo, Sofia Barclay não esconde seu alinhamento com o ex-presidente Jair Bolsonaro. Em entrevistas recentes, ela o descreveu como sua “bússola política” e afirmou que ele a despertou para a realidade institucional do país.
“A direita não só vai votar em mim, como me fará a travesti mais votada do Brasil” – afirmou a pré-candidata, confiante no apoio da base conservadora.
Resistência e desafios
A jornada de Sophia não tem sido fácil. Ela relata ter sofrido ataques coordenados, que resultaram na desativação temporária de seu perfil no Instagram em meados de dezembro de 2025. As ofensas vieram de diferentes lados: de militantes progressistas, que a acusam de traição à causa trans, e de setores da própria direita, que ainda mostram intolerância à sua identidade.
O Partido Novo, por sua vez, emitiu uma nota oficial reafirmando seu apoio à liberdade de Sophia para defender suas ideias e condenando qualquer forma de violência.
O que esperar das urnas?
Com uma presença digital forte, somando mais de meio milhão de seguidores no Instagram e milhões de curtidas no TikTok, Sophia Barclay aposta na sua influência online para desafiar o domínio da esquerda nas discussões sobre questões de gênero. Ela acredita que pessoas trans devem reconhecer seus “limites biológicos” e se concentrar na integração social por meio do respeito e do trabalho, em vez de buscar privilégios. Será que ela vai conseguir?
Aguardemos os próximos capítulos dessa história que promete ser cheia de reviravoltas!
Fonte:www.glp4.com