
Na quinta-feira, o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais está conduzindo uma operação de busca na cidade de Ubá, na Zona da Mata mineira. O 4º Batalhão de Bombeiros Militar está mobilizado com o intuito de encontrar uma pessoa desaparecida.
As ações contam com a participação de militares que estão operando em diferentes áreas simultaneamente. Em terra, as equipes realizam varreduras em regiões de mata, trilhas e locais de difícil acesso, ampliando o alcance das buscas para localizar possíveis indícios sobre o paradeiro da vítima.
A operação também conta com o apoio de dois binômios de busca, compostos por um bombeiro militar e um cão treinado, especializados em localizar pessoas em áreas extensas ou com densa vegetação. Esse método ajuda a indicar locais que exigem atenção especial durante as investigações.
Outro recurso utilizado é o emprego de drones. Duas equipes estão operando aeronaves remotamente pilotadas equipadas com câmeras térmicas, uma tecnologia que auxilia na identificação de sinais ou movimentações em áreas de difícil visualização.
Além das buscas em terra, os bombeiros também estão realizando varreduras pelo leito do rio e ao longo das margens com o auxílio de embarcações. Duas equipes estão a bordo das embarcações para expandir a área de cobertura da operação.
As atividades continuam com planejamento constante e reavaliação das regiões já percorridas, uma estratégia utilizada para aprimorar o direcionamento dos esforços das equipes e aumentar as chances de localizar a vítima.

O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais mantém nesta quinta feira uma operação de buscas na cidade de Ubá, localizada na Zona da Mata mineira. A mobilização é realizada pelo 4º Batalhão de Bombeiros Militar e tem como objetivo localizar uma pessoa que está desaparecida.
As atividades contam com militares atuando simultaneamente em diferentes áreas. No terreno, equipes realizam varreduras por regiões de mata, trilhas e pontos considerados de difícil acesso, ampliando o alcance das buscas na tentativa de localizar vestígios que possam indicar o paradeiro da vítima.
A operação também utiliza o apoio de dois binômios de busca do canil, formados por bombeiro militar e cão treinado para localizar pessoas em áreas extensas ou com vegetação densa. Esse tipo de atuação auxilia na indicação de locais que merecem atenção especial durante as buscas.
Outro recurso empregado na ação é o uso de aeronaves remotamente pilotadas. Duas equipes operam drones equipados com câmera térmica, tecnologia que contribui para identificar possíveis sinais ou movimentações em locais de difícil visualização.
Além das buscas em terra, os bombeiros também realizam varreduras pelo leito do rio e pelas margens com o uso de embarcações. Duas equipes trabalham embarcadas para ampliar a área de cobertura da operação.
As atividades seguem com planejamento constante e reavaliação das regiões já percorridas, estratégia utilizada para direcionar melhor os esforços das equipes e aumentar as chances de localizar a vítima.