
Na tarde de segunda-feira (12), um incêndio em um tronco de uma árvore de grande porte mobilizou o Corpo de Bombeiros, na rodovia MG-424, próximo ao km 45, em Sete Lagoas, na Região Central de Minas Gerais.
As chamas atingiram um abacateiro de aproximadamente 15 metros, localizado perto de uma residência, em uma área pertencente à EMBRAPA. Segundo informações coletadas no local, o fogo começou devido a uma tentativa de eliminar abelhas usando fogo. Uma fagulha teria penetrado o tronco, causando uma combustão lenta e interna.
No dia anterior, os bombeiros haviam sido chamados para um atendimento preliminar. Contudo, a crescente emissão de fumaça no dia seguinte levou a um novo acionamento da corporação.
Durante a inspeção, os bombeiros verificaram a emissão contínua de fumaça através de aberturas no tronco, confirmando a presença de fogo interno. Para controlar as chamas, foi utilizado um mangotinho, com cerca de três mil litros de água direcionados aos pontos da combustão.
Após os esforços de combate, não foram encontrados novos focos de fogo nem houve emissão de fumaça. Como medida preventiva, o morador foi aconselhado a contatar o responsável pela área para realizar uma avaliação técnica da árvore, que incluirá a possibilidade de poda, a fim de prevenir riscos futuros, como a queda de galhos ou novos incêndios.

Um incêndio em um tronco de árvore de grande porte mobilizou o Corpo de Bombeiros na tarde de segunda-feira (12), às margens da rodovia MG-424, na altura do km 45, em Sete Lagoas, na Região Central de Minas Gerais.
O fogo atingiu um abacateiro com cerca de 15 metros de altura, localizado próximo a uma residência, em uma área vinculada à EMBRAPA. Conforme informações apuradas no local, o incêndio teve início após uma tentativa de eliminar abelhas com o uso de fogo. Durante a ação, uma fagulha teria atingido o interior do tronco, provocando uma combustão lenta e interna.
No dia anterior, os bombeiros já haviam sido acionados para um atendimento inicial. No entanto, o aumento da emissão de fumaça ao longo do dia seguinte motivou novo chamado à corporação.
Durante a vistoria, a guarnição constatou a saída contínua de fumaça por cavidades no tronco, confirmando a presença de fogo interno. Para conter as chamas, foi utilizado mangotinho, com emprego de aproximadamente três mil litros de água, direcionados diretamente aos pontos de combustão.
Após o trabalho de combate, não foram identificados novos focos de fogo nem emissão de fumaça. Como medida preventiva, o morador foi orientado a entrar em contato com o responsável pela área para que seja realizada uma avaliação técnica da árvore, incluindo a possibilidade de poda, a fim de evitar riscos futuros, como queda de galhos ou novos incêndios.