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Bradesco tem lucro de R$ 6,8 bilhões no 1º tri de 2026, alta de 16%


O indicador de rentabilidade do banco (ROE) atingiu 15,8% em 12 meses. O indicador registrou alta de 14,4% na comparação com o primeiro trimestre do ano passado e de 14,8% frente a dezembro de 2025.

A carteira de crédito expandida chegou a R$ 1,09 trilhão. O saldo cresceu 8,4% em relação ao primeiro trimestre do ano passado e 0,1% frente ao final de 2025.

Inadimplência acima de 90 dias ficou em 4,2%, estável em relação a um ano antes. O indicador subiu 0,1 ponto porcentual na comparação com março do ano anterior, o mesmo na comparação com o último trimestre do ano passado. O banco atribui esse pequeno acréscimo especificamente ao segmento de MPME (Micro, Pequenas e Médias Empresas), justificando que o movimento reflete a dinâmica entre o atraso e a execução das garantias em operações de capital de giro.

O Bradesco reservou R$ 9,667 bilhões para cobrir o risco de calotes. A despesa teve alta anual de 26,5% e trimestral de 9,5%. O custo de crédito, justifica o banco, subiu no trimestre devido a um reforço de balanço para casos específicos no segmento de grandes empresas

Margem financeira líquida subiu 8,3% em um ano e alcançou R$ 10,3 bilhões. Na comparação com o quarto trimestre do ano passado, houve recuo de 0,3%. A leve queda na margem financeira líquida na comparação trimestral ocorreu porque o aumento da despesa de PDD (provisão para devedores duvidosos) expandida compensou o crescimento da margem financeira bruta, diz a instituição.

O presidente do Bradesco, Marcelo Noronha, afirmou que o banco avançou com cautela. “O cenário macro piorou, vimos guerra, e ainda assim gerimos bem os riscos, preservamos a qualidade dos nossos ativos, reforçamos o nosso balanço, aproveitamos as oportunidades que apareceram e aumentamos a nossa rentabilidade”, diz Marcelo Noronha. “Estamos investindo muito em tecnologia, em pessoas, na nossa transformação.”



Fonte: UOL

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