A Câmara Municipal de Sete Lagoas aprovou um projeto de lei que visa a vacinação de coletores de lixo contra Hepatite A, Tétano, Difteria, Sarampo, Caxumba e Rubéola. O texto agora aguarda a sanção do prefeito Douglas Melo (PSD).

A proposta, elaborada pelo vereador Gilson Liboreiro (Solidariedade), pretende assegurar a saúde e segurança desses trabalhadores, que estão constantemente expostos a riscos biológicos, físicos e químicos no desempenho de suas funções. O projeto estabelece que as empresas contratadas pela Prefeitura para a coleta de lixo devem informar seus funcionários sobre a vacinação e garantir o acesso universal às medidas de prevenção, além de que a comprovação da vacinação deverá constar na identidade funcional do trabalhador.
Além do mais, os colaboradores serão esclarecidos sobre os benefícios e possíveis efeitos colaterais das vacinas, bem como os riscos associados à falta de vacinação. Em caso de recusa, um termo de responsabilidade individual deverá ser elaborado, detalhando as vacinas não aceitas. A justificativa para a lei enfatiza que o contato com materiais cortantes e perfurocortantes eleva o risco de infecções e que a exposição em espaços públicos pode aumentar a probabilidade de contrair doenças respiratórias.
Foi aprovado pela Câmara Municipal de Sete Lagoas um projeto de lei visando a vacinação de coletores de lixo contra Hepatite A, Tétano, Difteria, Sarampo, Caxumba e Rubéola. O texto segue para sanção do prefeito Douglas Melo (PSD).

A proposta é do vereador Gilson Liboreiro (Solidariedade), que busca garantir a saúde e a segurança desses profissionais, que estão frequentemente expostos a riscos biológicos, físicos e químicos em suas atividades diárias. O documento estabelece que as empresas contratadas pela Prefeitura para o serviço de coleta de lixo deverão informar seus funcionários sobre a vacinação e garantir o acesso universal à prevenção, além da comprovação da vacinação constará na identidade funcional do trabalhador.
Além disso, os trabalhadores serão informados sobre os benefícios e efeitos colaterais das vacinas, bem como os riscos da ausência de vacinação. Em caso de recusa, será elaborado um termo de responsabilidade individual, discriminando as vacinas recusadas. A justificativa para a lei ressalta que o contato com materiais cortantes e perfurocortantes aumenta o risco de infecções, e a exposição em ambientes públicos pode elevar a chance de contrair doenças respiratórias.
Fonte:Setelagoas.com