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Carnaval nas Cidades Históricas: Minas em Festa com Tradição, Alegria e Momentos de Tranquilidade

Cesar Tropia

Cesar Tropia

Em 2026, as Cidades Históricas de Minas Gerais confirmam seu papel vital na preservação e renovação do Carnaval tradicional do estado. A programação abrangente do Carnaval da Liberdade e da Tranquilidade 2026 foi anunciada na manhã de sexta-feira (6/2) durante uma coletiva de imprensa no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte.

A iniciativa é promovida pelo Governo de Minas, através da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult-MG), em colaboração com a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e a Associação das Cidades Históricas de Minas Gerais. Isso consolida Minas como um dos principais destinos para o Carnaval no Brasil, unindo tradição, inovação, segurança e opções tranquilas.

O evento contou com a presença do bloco Zé Pereira da Chácara, de Mariana, que se apresentou junto à Charanga Oi’to Tontos, além do Bloco de Percussão Ponto de Cultura Tapera Real, de Conceição do Mato Dentro, da Batucada das Minas e da Charanga Pop, ambas de Tiradentes, e do bloco BatCaverna, de Diamantina. Os grupos destacaram a riqueza cultural do Carnaval, que se expande pelo estado, além da capital.

A iniciativa envolve 47 municípios da Associação das Cidades Históricas de Minas Gerais, incluindo quatro Patrimônios Culturais da Humanidade: Ouro Preto, Diamantina, Congonhas e o complexo das Cavernas do Peruaçu, em Januária.

Acesse aqui a programação de carnaval das cidades históricas de Minas Gerais

“O Carnaval nas Cidades Históricas enaltece a identidade cultural de Minas Gerais, fortalece o turismo e promove desenvolvimento com respeito às tradições locais. Mostramos ao Brasil que é possível ter um carnaval diverso, democrático e seguro, que fomenta a economia, gera empregos e preserva nosso patrimônio histórico e cultural”, afirmou a secretária de Estado de Cultura e Turismo, Bárbara Botega.

A expectativa é de um impacto significativo no turismo e na economia criativa. Ouro Preto espera receber cerca de 60 mil foliões, movimentando em torno de R$ 20 milhões, enquanto São João del-Rei projeta um impacto de R$ 50 milhões. Em Diamantina, a possibilidade é de acolher 40 mil foliões diariamente, impulsionando o turismo, comércio e serviços. Em 2025, a cidade registrou mais de 350 mil foliões e R$ 30 milhões gerados, números que comprovam a força do Carnaval tradicional.

“A crescente popularidade da festa em Belo Horizonte causou uma diminuição no movimento das Cidades Históricas, mas isso está mudando, e a cada ano observamos um fortalecimento e retorno do Carnaval nessas regiões. Dessa forma, Minas Gerais se confirma como um verdadeiro patrimônio cultural do Carnaval. Antes, as pessoas preferiam ir para a praia nesta época do ano, mas agora todos querem vir para cá”, declarou o vice-presidente da Associação das Cidades Históricas de Minas Gerais e prefeito de Diamantina, Geferson Burgarelli.

Um dos ícones dessa tradição é o Bloco Zé Pereira da Chácara, de Mariana, que celebra 180 anos em 2026, reafirmando Minas Gerais como lar de alguns dos blocos carnavalescos mais antigos do Brasil, ao lado do Zé Pereira dos Lacaios, de Ouro Preto.

Em Mariana, a festa ocorrerá de 12/2 a 17/2 sob o tema “O mar de gente tem um gigante à frente”, englobando desfiles de blocos, escolas de samba e shows no centro histórico, com destaque para as celebrações do quase bicentenário do Zé Pereira da Chácara. Enquanto isso, em Ouro Preto, o carnaval ocorrerá entre 12/2 e 17/2, com mais de 50 blocos de rua, escolas de samba e grandes atrações musicais, além do Carnaval da Tranquilidade em distritos como Lavras Novas e São Bartolomeu, que oferecem programação cultural e experiências na natureza.

São João del-Rei e Tiradentes mantêm o perfil que consagrou o carnaval na região do Campo das Vertentes, com blocos tradicionais, marchinhas, uso dos centros históricos e uma agenda que valoriza a memória cultural, atraindo turistas em busca de vivências autênticas e seguras.

Em Itabira, o tema A Cor Dessa Cidade dá origem a um carnaval descentralizado, com pré-Carnaval, concursos tradicionais, blocos de rua e festas em bairros e distritos turísticos. No Sul de Minas, Aiuruoca celebra a 86ª edição do Aiurufolia, reconhecido como o primeiro Carnaval antecipado do Brasil, mantendo uma tradição iniciada em 1938 na Serra da Mantiqueira. Em Bom Jardim de Minas, o BJ Folia 2026 é realizado em consonância com o conceito do Carnaval da Liberdade, incluindo blocos tradicionais, marchinhas e shows diurnos que fortalecem a identidade cultural local.

Municípios como Bom Jesus do Amparo, Sabará, Caeté e Lagoa Santa também integram a programação, promovendo carnavais familiares, comunitários e seguros, com ênfase nas tradições locais, programação infantil e uso dos espaços públicos.
 



Cesar Tropia

As Cidades Históricas de Minas Gerais reafirmam, em 2026, seu papel central na preservação e na reinvenção do Carnaval mais tradicional do estado. Com programação diversa e extensa, o Carnaval da Liberdade e da Tranquilidade 2026 nas Cidades Históricas foi lançado na manhã desta sexta-feira (6/2), durante coletiva de imprensa realizada no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte.

A iniciativa é do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult-MG), em parceria com a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e a Associação das Cidades Históricas de Minas Gerais, e consolida Minas como um dos principais destinos carnavalescos do Brasil, unindo tradição, inovação, segurança e opções de tranquilidade. 

O evento contou com a participação do bloco Zé Pereira da Chácara, de Mariana, que veio acompanhado da Charanga Oi’to Tontos, e também do Bloco de Percussão Ponto de Cultura Tapera Real, de Conceição do Mato Dentro, da Batucada das Minas e da Charanga Pop, ambas de Tiradentes, e do bloco BatCaverna, de Diamantina. Os grupos mostraram a força cultural da folia, que se expande no estado além da capital. 

Ao todo, a iniciativa abrange 47 municípios integrantes da Associação das Cidades Históricas de Minas Gerais. Entre os destinos estão quatro patrimônios culturais da humanidade, Ouro Preto, Diamantina, Congonhas e o complexo das Cavernas do Peruaçu, localizado em Januária.

Acesse aqui a programação de carnaval das cidades históricas de Minas Gerais

“O Carnaval nas Cidades Históricas valoriza a identidade cultural de Minas Gerais, fortalece o turismo e promove desenvolvimento com respeito às tradições locais. Estamos mostrando ao Brasil que é possível viver um carnaval diverso, democrático e seguro, que movimenta a economia, gera emprego e renda e, ao mesmo tempo, preserva o nosso patrimônio histórico e cultural”, destacou a secretária de Estado de Cultura e Turismo, Bárbara Botega.

A expectativa é de forte impacto no turismo e na economia criativa. Ouro Preto estima receber cerca de 60 mil foliões, movimentando aproximadamente R$ 20 milhões, e São João del-Rei, com impacto estimado em R$ 50 milhões. Em Diamantina, a perspectiva é receber 40 mil foliões por dia, movimentando turismo, comércio e serviços. Em 2025, a cidade registrou mais de 350 mil foliões e R$ 30 milhões gerados, números que demonstram a força do Carnaval tradicional.

“Com o crescimento da festa de Belo Horizonte, o Carnaval nas Cidades Históricas teve uma queda no movimento, mas isso vem mudando, e a cada ano nós percebemos um fortalecimento e um retorno do Carnaval nas nossas cidades. Com isso Minas Gerais se torna realmente um patrimônio cultural do Carnaval. Antes as pessoas queriam ir para a praia nessa época do ano, hoje todo mundo quer vir para cá”, pontuou o vice-presidente da Associação das Cidades Históricas de Minas Gerais e prefeito de Diamantina, Geferson Burgarelli.

Entre os grandes símbolos dessa tradição está o Bloco Zé Pereira da Chácara, de Mariana, que completa 180 anos em 2026, reafirmando Minas Gerais como berço de alguns dos blocos carnavalescos mais antigos do Brasil, ao lado do Zé Pereira dos Lacaios, de Ouro Preto.

Em Mariana, a folia acontece de 12/2 a 17/2 com o tema “O mar de gente tem um gigante à frente”, reunindo desfiles de blocos, escolas de samba e shows no centro histórico, com destaque para as celebrações do quase bicentenário do Zé Pereira da Chácara. Já em Ouro Preto, o carnaval acontece entre os dias 12/2 e 17/2 com mais de 50 blocos de rua, escolas de samba e grandes atrações musicais, além do Carnaval da Tranquilidade em distritos como Lavras Novas e São Bartolomeu, que combinam programação cultural e experiências junto à natureza.

São João del-Rei e Tiradentes mantêm o perfil que consagrou o carnaval da região do Campo das Vertentes, com blocos tradicionais, marchinhas, ocupação dos centros históricos e uma programação que valoriza a memória cultural, atraindo turistas interessados em vivências autênticas e seguras.

Em Itabira, o tema A Cor Dessa Cidade inspira um carnaval descentralizado, com pré-Carnaval, concursos tradicionais, blocos de rua e festas nos bairros e distritos turísticos. No Sul de Minas, Aiuruoca realiza a 86ª edição do Aiurufolia, reconhecido como o primeiro Carnaval antecipado do Brasil, mantendo viva uma tradição iniciada em 1938 na Serra da Mantiqueira. Já Bom Jardim de Minas promove o BJ Folia 2026, alinhado ao conceito do Carnaval da Liberdade, com blocos tradicionais, marchinhas e shows diurnos que fortalecem a identidade cultural local.

Também participam da programação municípios como Bom Jesus do Amparo, Sabará, Caeté e Lagoa Santa, que apostam em carnavais familiares, comunitários e seguros, com valorização das tradições locais, programação infantil e ocupação dos espaços públicos.
 





Fonte:Setelagoas.com

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