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CONMEBOL fará de tudo para evitar que um time brasileiro ganhe a Libertadores pela oitava vez seguida

Cruzeiro falha na defesa e perde para a Universidad Católica pela Libertadores.



Por Oliveira Lima

A Confederação Sul-Americana de Futebol (CONMEBOL) nunca foi exemplo de honestidade no comando do futebol aqui deste lado do mundo. Quem viveu nas décadas de 60, 70 e 80 presenciou a desonestidade imperar largamente nos embates entre times brasileiros e, principalmente, argentinos na Copa Libertadores. Arbitragens tendenciosas, permitindo a violência descabida contra os brasileiros, e principalmente coagindo esses atletas com ameaças de expulsões e marcando pênaltis inexistentes. A CONMEBOL sempre usava e mandava árbitros serem desonestos nos confrontos contra os brasileiros. E nem se fala dos testes anti-doping que não existiam ou eram forjados.

Em consequência disso tudo, os argentinos dispararam no número de conquistas até 2009, quando o Estudiantes vence o Cruzeiro na final no Mineirão. Aí se estabeleceu a diferença de 9 taças a mais: Argentina com 22 conquistas e Brasil com 13. A partir daí os times brasileiros tiveram mais injeção financeira e os times argentinos caíram em crise assim como todo o país. Em 16 anos os times brasileiros ganharam 12 edições da Liberta, os argentinos só 3 e uma ficou para os colombianos. Esses números significam 75% do total das disputas favoráveis ao Brasil. Desta maneira aconteceu o empate das conquistas na história: 25 a 25 entre Brasil e Argentina.

De 2010 até hoje, só deu Brasil: e isto incomoda muito a CONMEBOL. Seguidamente ganharam Internacional, Santos, Corinthians e Atlético Mineiro. Nos cinco anos seguintes o Brasil só ganhou com o Grêmio em 2017, com três conquistas argentinas(duas River Plate e uma Sano Lorenzo, uma o Atlético Nacional da Colômbia) A última conquista argentina foi com o River em 2018. A partir de 2019 os argentinos viram o Brasil deitar e rolar: ganhar todas as sete edições até hoje com cinco finais entre times brasileiros: Flamengo, Palmeiras, novamente Palmeiras, Flamengo, Fluminense, Botafogo e Flamengo.

E para evitar o oitavo titulo brasileiro, e pela primeira vez a Argentina perder o domínio, a Confederação Sul-Americana de Futebol recorre ao tempo das cavernas, como fazia nos anos 70, 80 e 90: arbitragens desonestas em todos os sentidos. O que vimos até agora nas quatro primeiras rodadas da fase de grupos é no mínimo preocupante: Para a CONMEBOL os três times favoritos para levantar a taça são: Flamengo, Palmeiras e Cruzeiro. O Estudiantes da Argentina só usou violência para impedir o Flamengo sob vistas grossas da arbitragem. O Cerro do Paraguai chegou ao acinte de encurtar o tamanho do campo para prejudicar o Palmeiras e o Boca Jrs veio à Belo Horizonte praticando a maior “cera” já vista no futebol no confronto contra o Cruzeiro, com 1 hora e 10 minutos de jogo parado e o juiz não fez nada. A Libertadores voltou ao tempo das cavernas.



Fonte: BH 24 Horas

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