
Uma criança de 1 ano e 4 meses precisou passar por uma cirurgia emergencial após um grave acidente doméstico em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas Gerais. Ela caiu da cama e ficou com um pino de carregador de celular cravado na testa, resultando em perfuração do crânio e lesão cerebral.
O incidente ocorreu na última segunda-feira (12). Ao ouvir o choro da filha, a mãe verificou a situação e encontrou a criança no chão, com sangramento e o objeto perfurando a parte frontal da cabeça. A menina foi levada inicialmente para uma UPA da cidade e, devido à gravidade do ferimento, foi transferida para o Hospital São João de Deus.
Os exames de imagem revelaram que o pino havia atravessado o osso craniano e atingido o lobo frontal do cérebro. A criança foi imediatamente encaminhada ao centro cirúrgico, onde o objeto foi removido. O procedimento ocorreu sem complicações, com controle do sangramento e correção da lesão.
Após a cirurgia, ela ficou cerca de 36 horas em observação no CTI pediátrico e apresentou boa evolução clínica. A equipe médica informou que, devido à alta capacidade de recuperação do cérebro nessa faixa etária, a expectativa é de plena recuperação, sem sequelas.
O caso serve como um alerta sobre os riscos no ambiente doméstico. Especialistas ressaltam que crianças pequenas não têm consciência do perigo e podem sofrer acidentes graves, mesmo com quedas de baixa altura. A recomendação é nunca deixar bebês e crianças pequenas sozinhos em camas, sofás ou superfícies elevadas e manter objetos potencialmente perigosos fora do alcance.
Eventos simples do cotidiano podem se transformar em situações sérias quando não há supervisão contínua, especialmente com crianças menores de dois anos.

Uma menina de 1 ano e 4 meses passou por uma cirurgia de emergência após sofrer um grave acidente doméstico em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas Gerais. A criança caiu da cama e acabou ficando com um pino de carregador de celular cravado na testa, com perfuração do crânio e lesão cerebral.
O caso aconteceu na última segunda-feira (12). A mãe ouviu o choro da filha no quarto e, ao verificar a situação, encontrou a criança caída no chão, com sangramento e o objeto perfurando a região frontal da cabeça. A menina foi levada inicialmente para uma UPA da cidade e, devido à gravidade do ferimento, transferida para o Hospital São João de Deus.
Exames de imagem apontaram que o pino havia ultrapassado o osso do crânio e atingido a ponta do lobo frontal do cérebro. A criança foi encaminhada imediatamente para o centro cirúrgico, onde o objeto foi removido. O procedimento transcorreu sem intercorrências, com controle do sangramento e correção da lesão.
Após a cirurgia, a menina permaneceu cerca de 36 horas em observação no CTI pediátrico e apresentou boa evolução clínica. A equipe médica informou que, devido à alta capacidade de recuperação do cérebro nessa faixa etária, a expectativa é de recuperação completa, sem sequelas.
O caso serve de alerta para os riscos dentro de casa. Especialistas reforçam que crianças pequenas não têm noção de perigo e podem sofrer acidentes graves mesmo em quedas de baixa altura. A orientação é nunca deixar bebês e crianças pequenas sozinhos em camas, sofás ou superfícies elevadas e manter objetos potencialmente perigosos fora do alcance.
Situações simples do dia a dia podem se tornar graves quando não há supervisão constante, especialmente com crianças menores de dois anos.