Entre os investidores, 58% procuram gerar renda com aluguel. As compras também são observadas por 42% das pessoas como potencial alternativa de revenda após valorização. Já entre os compradores com objetivo de moradia, destacou-se a intenção de morar com alguém (72%), seguida por “morar sozinho” (17%) e “outra pessoa morar” (11%).
Intenções de compra também se aproximam da média histórica da pesquisa. O percentual de brasileiros que declararam intenção de adquirir um imóvel nos próximos três meses avançou para 37% no primeiro trimestre, ante 33% no mesmo período do ano passado. A evolução coloca a taxa em patamar próximo à média histórica da pesquisa, de 38%.
Descontos
Percentual de negócios com abatimentos subiu para 67%. O valor apurado no fechamento do primeiro trimestre é 6 pontos percentuais superior ao registrado no mesmo período do ano passado (61%). Com a variação, o volume de transações com desconto se aproxima do maior patamar já registrado na série histórica do Raio-X FipeZap, de 70%.
Desconto médio dos imóveis comercializados foi de 9%. O percentual a respeito de todas as transações é o maior desde janeiro de 2020. Considerando exclusivamente as transações com desconto, o abatimento sobe para 13%, maior média de desconto também desde o início de 2020.
Resultado aponta para um cenário benéfico para as negociações. Os aumentos dos percentuais de abatimentos e dos descontos efetivos mostram que compradores e vendedores tiveram papel relevante na efetivação das compras. O cenário ocorre mesmo com a perspectiva de que os preços estão elevados.
Fonte: UOL