
No dia 7 de dezembro de 2025, Fátima Bernardes apareceu no Programa Silvio Santos e, entre risos, revelou que só aceitaria um “projeto bacana, que combine com ela e com a televisão”.
“Aceitaria apenas um projeto bacana, que combine com ela e com a televisão” – afirmou a apresentadora ao comentar suas condições de retorno.
Depois de encerrar, após 37 anos, seu contrato fixo com TV Globo, ela migrou para a internet, criando um canal no YouTube onde fala livremente sobre temas que a apaixonam – de culinária a política, sempre com aquele tom descontraído que conquistou gerações.
Fátima tem deixado claro que não quer voltar ao telejornalismo tradicional. Ela prefere algo com “mais flexibilidade”, “mais solto”, que permita “diversão, leveza e esperança” – um contraste gritante com o ritmo intenso que marcou sua trajetória nas noites de notícias.
Em 2025, a Globo chegou a desenvolver um piloto de talk show noturno para ela, mas acabou arquivando o projeto ao considerar que o formato lembrava demais seu antigo programa matinal.
Por que isso faz sentido? O mercado de mídia no Brasil está cada vez mais fragmentado. Formatos híbridos – que misturam TV, streaming e internet – ganham espaço, atraindo nichos variados. Uma figura com a credibilidade e o carisma de Fátima pode se reinventar nesses novos canais, oferecendo conteúdo que dialoga com um público que busca leveza e autenticidade.
Entretanto, nem tudo está garantido. A rejeição do piloto mostra que encontrar um formato que agrade diretores de grandes emissoras não é tarefa fácil. Além disso, os hábitos de consumo mudaram: streaming, redes sociais e conteúdo on?demand são a nova norma, e qualquer retorno precisará se adaptar a essa realidade para ser relevante.
Fonte:www.glp4.com