
Atualizações recentes sobre o duplo homicídio ocorrido na última sexta-feira (13), em um sítio na região da Serra Santa Helena, em Sete Lagoas, lançam luz sobre as possíveis motivações do crime. Durante os procedimentos, os suspeitos admitiram a execução das vítimas e forneceram uma versão do suposto motivo que teria levado ao ato.
De acordo com o relato dos próprios suspeitos, um desentendimento financeiro relacionado a uma alegada contratação para realização de homicídios na cidade teria sido o estopim. Eles afirmaram que a execução ocorreu devido à “falta de pagamento” por um serviço que, segundo eles, foi previamente acordado.
As vítimas foram identificadas como Guilherme Felipe Félix Costa, de 33 anos, conhecido como “Noel”, e Madson Guilherme Marinho Pereira, de 30 anos, popularmente chamado de “Cenoura”, e foram assassinadas no imóvel localizado na Serra Santa Helena.
A versão apresentada pelos suspeitos foi documentada no boletim de ocorrência e será investigada pela Polícia Civil. As circunstâncias exatas do crime e a veracidade das declarações ainda necessitam de uma investigação mais aprofundada.
O caso continua em investigação.

Novos desdobramentos do duplo homicídio registrado na última sexta-feira (13), em um sítio na região da Serra Santa Helena, em Sete Lagoas, revelam o que teria motivado o crime. Durante os procedimentos policiais, os autores confessaram a execução das vítimas e apresentaram uma versão sobre o suposto motivo.
Segundo relato feito pelos próprios suspeitos, teria ocorrido um desentendimento financeiro relacionado a uma suposta contratação para prática de homicídios na cidade. Conforme declarado por eles, a execução teria sido motivada por “falta de pagamento” pelo serviço que alegam ter sido combinado anteriormente.
As vítimas, identificadas como Guilherme Felipe Félix Costa, de 33 anos, conhecido como “Noel”, e Madson Guilherme Marinho Pereira, de 30 anos, conhecido como “Cenoura”, foram mortas no imóvel localizado na Serra Santa Helena.
A versão apresentada pelos autores foi registrada no boletim de ocorrência e deverá ser apurada no curso das investigações conduzidas pela Polícia Civil. As circunstâncias exatas do crime, bem como a veracidade das declarações, ainda dependem de aprofundamento investigativo.
O caso segue em andamento.