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Família de mineiro falecido no Chile denuncia negligência no transporte do corpo


Foto: Arquivo pessoal da família

A família de um mineiro falecido em um acidente no Chile em 13 de fevereiro está denunciando negligência nas etapas de translado do corpo para o Brasil. Essa situação tem prolongado o luto dos parentes, que aguardam o cumprimento de decisões judiciais e prazos legais para trazer os restos mortais ao seu país.

O mineiro, oriundo de Buritis e com familiares em Guaraciaba, estava no Chile quando a motocicleta que pilotava foi colhida por um carro que supostamente invadiu a contramão no norte do país. O acidente culminou na morte do homem, que viajava com um amigo.

De acordo com os familiares, as autoridades chilenas registraram a ocorrência com informações contraditórias e não realizaram a perícia adequada no local, gerando descontentamento entre os parentes.

O principal obstáculo reside na seguradora responsável pelo translado. A empresa inicialmente teria se negado a realizar o procedimento, levando os familiares a solicitar uma liminar judicial para obrigá-la a cumprir o contrato. Apesar de uma decisão favorável, o translado ainda não foi feito, conforme relatam os parentes, que alegam lentidão na execução da resolução judicial.

Além disso, a família também menciona o atraso no atendimento consular. O consulado brasileiro no Chile levou mais de uma semana para liberar o corpo junto ao Instituto Médico-Legal local, o que somente ocorreu na última sexta-feira (20).

O Ministério das Relações Exteriores informou que, através do Consulado-Geral em Santiago, está acompanhando o caso e mantendo comunicação com as autoridades chilenas e os familiares. O órgão explicou que atua na orientação e emissão de documentos essenciais, como o atestado de óbito, mas que o translado de restos mortais ocorre apenas em situações excepcionais e justificadas, conforme as normas consulares brasileiras.

A situação continua sendo acompanhada pelos parentes, que solicitam urgência na execução das determinações judiciais e apoio das instituições responsáveis para que o corpo seja trazido ao Brasil sem mais atrasos.



Foto: Arquivo pessoal da família

A família de um mineiro que morreu em um acidente no Chile no dia 13 de fevereiro denuncia negligência no processo de translado do corpo para o Brasil. A situação tem prolongado o luto dos parentes, que aguardam o cumprimento de decisões judiciais e prazos legais para trazer os restos mortais ao país. 

O mineiro, natural de Buritis e com familiares em Guaraciaba, estava no Chile quando a motocicleta que pilotava foi atingida por um carro que teria invadido a contramão no norte do país. O acidente resultou na morte do homem, que viajava acompanhado de um amigo. 

Segundo parentes, as autoridades chilenas teriam registrado a ocorrência com informações conflitantes, e também não teriam realizado a perícia adequada no local, o que gerou insatisfação da família. 

O principal impasse está relacionado à seguradora responsável pelo translado. A empresa inicialmente teria negado a realização do procedimento, obrigando os familiares a buscar uma liminar judicial para obrigá-la a cumprir o contrato. Mesmo com a decisão favorável na Justiça, o translado ainda não foi realizado, segundo os parentes, que relatam demora em cumprir o decidido pela Justiça. 

Além disso, a família também menciona atraso no atendimento consular. O consulado brasileiro no Chile demorou mais de uma semana para liberar o corpo junto ao Instituto Médico-Legal local, o que só ocorreu na última sexta-feira (20). 

O Ministério das Relações Exteriores informou que, por meio do Consulado-Geral em Santiago, acompanha o caso e mantém contato com autoridades chilenas e com os familiares. O órgão explicou que atua na orientação e expedição de documentos essenciais, como o atestado de óbito, mas que o translado de restos mortais só ocorre em situações excepcionais e devidamente justificadas, conforme normas consulares brasileiras. 

O caso segue sendo acompanhado pelos parentes, que pedem celeridade no cumprimento das determinações judiciais e apoio das instituições responsáveis para que o corpo seja trazido ao Brasil sem mais atrasos. 





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