O artista é acusado de arremessar pedras de uma sacada contra agentes civis durante uma operação policial em sua mansão no Joá, na Zona Oeste carioca
Considerado foragido da Justiça, Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, o rapper Oruam, teve mais um capítulo inesperado na última segunda-feira (23/2), quando deveria ter enfrentado o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Por outro lado, o julgamento do cantor foi remarcado para o dia 30 de março.
Segundo informações do G1, a audiência passou por essa mudança por conta da ausência do delegado Moysés Satana Gomes, uma das vítimas do caso. O músico está no radar das autoridades após ter a prisão preventiva decretada e o habeas corpus revogado.
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OruamReprodução / Instagram

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Ele responde a acusações gravíssimas, incluindo dupla tentativa de homicídio qualificado contra policiais civis. O caso aconteceu em julho de 2025, na mansão do cantor localizada no Joá, área nobre da Zona Oeste carioca. Na ocasião, agentes da Polícia Civil bateram à porta do rapper para cumprir um mandado de busca e apreensão contra um adolescente suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas, que estava escondido no imóvel.
A recepção, segundo o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, foi regada à fúria. A denúncia aponta que Oruam e mais três comparsas subiram em uma sacada de quase cinco metros de altura e começaram a arremessar pedras pesadas contra os agentes e a viatura policial.
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Fonte: Portal Leo Dias