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‘Gangue da maçã’: motorista de app conta como teve celular arrancado em congestionamento em BH


Uma das vítimas da chamada “Gang da Maçã” — grupo suspeito de furtar e roubar celulares da marca Apple — relatou à Itatiaia como foi
abordada durante o crime, que ocorreu na avenida Teresa Cristina, no airro Padre Eustáquio
, na região Noroeste de Belo Horizonte, nessa quinta-feira (27). Segundo ela, os criminosos se aproveitam do trânsito lento para agir, e foi graças ao sistema de rastreamento do aparelho que a polícia conseguiu localizar os suspeitos. Trio foi preso.

A mulher, que não será identificada, trabalha como motorista de aplicativo e estava em uma corrida, com o carro parado no congestionamento, quando pensou em fechar o vidro.

“Quando eu virei pra fechar do lado do passageiro, o menino já tava com a mão [para dentro do carro], puxando o suporte com celular, carregador e tudo. O carregador portátil, que é pesado, bateu no retrovisor e quebrou. A passageira ficou assustada, a gente entrou no posto de gasolina e acionou a polícia”, contou. O ladrão levou um Iphone 11.

”Foi um alívio”, disse a vítima. “Esse celular foi comprado justamente para dar conta da demanda dos aplicativos que eu uso. Eu gritei tanto na hora que, até agora, ainda estou em choque.”

A localização do iPhone roubado levou os policiais até a rua Marcazita, na Pedreira Prado Lopes, também na região Noroeste da capital mineira. Ao perceberem a aproximação dos militares, os suspeitos tentaram fugir e jogaram um celular no chão. Eles foram detidos logo em seguida.

Durante a ação, os suspeitos revelaram que costumavam vender os celulares furtados em um bar na região central de Belo Horizonte, conhecido como “Bar da Venezuelana”, e dividiam os lucros entre si.

Segundo o boletim de ocorrência, na porta do bar, uma mulher jogou um objeto debaixo do balcão ao notar a chegada da polícia. Ela foi detida. No local, os militares encontraram oito aparelhos celulares, cordões de ouro, computadores e R$ 612 em dinheiro.

A mulher, natural da Venezuela, está legalmente no país há cerca de quatro anos e possui passagens policiais por receptação. Já os homens detidos são conhecidos pelos crimes de furto e tráfico de drogas.





Fonte:
Itatiaia

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