
Na noite de quarta-feira, 5 de fevereiro, uma residente de Sete Lagoas tornou-se vítima de estelionato no bairro Dona Sílvia, após ser enganada por um golpe conhecido como “falso filho”. A mulher acreditou que estava ajudando seu filho ao responder mensagens recebidas por um aplicativo.
Conforme o relato registrado na Polícia Militar, a vítima foi abordada por um desconhecido que se fez passar pelo seu filho, usando até mesmo uma foto dele como foto de perfil. Durante a conversa, o golpista alegou uma necessidade urgente de dinheiro e pediu uma transferência via Pix.
Convencida de que estava se comunicando com seu familiar, a mulher transferiu R$ 1.980 para uma chave Pix vinculada a um CPF fornecido pelo criminoso. Somente após a transação, ao contatar seu filho verdadeiro, a vítima percebeu que havia sido enganada, pois ele não havia solicitado nenhum valor nem recebido a quantia.
Após essa experiência, a mulher dirigiu-se à Polícia Militar para registrar o ocorrido. Recebeu orientações sobre os procedimentos legais e dicas de prevenção contra fraudes bancárias e golpes virtuais.
O caso foi encaminhado à Polícia Civil de Minas Gerais, que ficará encarregada da investigação.

Uma moradora de Sete Lagoas foi vítima de estelionato na noite de quarta-feira, 5 de fevereiro, no bairro Dona Sílvia, após cair no golpe conhecido como “falso filho”. A mulher acreditou estar ajudando o próprio filho ao receber mensagens enviadas por aplicativo.
Segundo o relato registrado pela Polícia Militar, a vítima foi contatada por uma pessoa desconhecida que se passou pelo filho, utilizando inclusive uma foto dele como imagem de perfil. Durante a conversa, o golpista alegou necessidade urgente de dinheiro e solicitou uma transferência via Pix.
Convencida de que falava com o familiar, a mulher realizou uma transferência no valor de R$ 1.980 para uma chave Pix vinculada a um CPF informado pelo autor do golpe. Somente após a transação, ao entrar em contato diretamente com o filho verdadeiro, a vítima percebeu que havia sido enganada, já que ele não havia solicitado qualquer valor nem recebido o dinheiro.
Diante da situação, a mulher procurou a Polícia Militar para registrar a ocorrência. Ela recebeu orientações sobre os procedimentos legais e medidas de prevenção contra fraudes bancárias e golpes virtuais.
O caso foi encaminhado à Polícia Civil de Minas Gerais, que ficará responsável pela investigação.