
Ricardo Lopes de Araújo, de 32 anos e conhecido como “Dom”, é visto como o líder de uma quadrilha que se dedica a fraudar alvarás de soltura em Minas Gerais. Ele escapou do sistema prisional após a emissão de um alvará falso, em mais um episódio suspeito de fraude envolvendo o judiciário.
Ricardo estava sob custódia devido a sua participação em ataques e manipulações nos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) confirmou a fuga, informando nesta segunda-feira (22) que as forças de segurança estaduais e federais foram movimentadas para a recaptura dele.
Ele foi um dos nove detidos pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) em 10 de dezembro, durante a operação “Veredicto Sombrio”, realizada simultaneamente em Sete Lagoas, Belo Horizonte e outras localidades do estado.
De acordo com as investigações, Dom é considerado o principal responsável por um esquema que envolvia o bloqueio e desbloqueio irregular de veículos, liberação não autorizada de bens apreendidos, e a inclusão e remoção fraudulentas de mandados de prisão e alvarás nos sistemas judiciais.
Fuga através de alvará falso
Fontes consultadas pelo Tecle Mídia indicaram que Ricardo saiu da unidade prisional após a apresentação de um alvará de soltura falsificado. Além dele, pelo menos três outros detentos também teriam sido beneficiados pela mesma fraude. As fugas ocorreram no sábado (20).
Em comunicado, o TJMG esclareceu que as ordens fraudulentas foram detectadas em menos de 24 horas e imediatamente canceladas, juntamente com a restauração dos mandados de prisão.
“O Tribunal assegura que os órgãos de segurança estaduais e federais foram contatados e que todos os esforços serão feitos para recapturar os fugitivos, além de uma rigorosa investigação dos acontecimentos”, diz a nota.
O TJMG também reiterou a confiança nos sistemas judiciais geridos pelo CNJ e afirmou que manterá monitoramento contínuo para evitar novas tentativas de violação.
Como denunciar
A Polícia Civil recomenda que qualquer informação sobre a localização do foragido seja reportada de forma anônima pelo Disque Denúncia 181. A ligação é gratuita e o sigilo é garantido.

Ricardo Lopes de Araújo, de 32 anos, conhecido como “Dom”, apontado como líder de uma quadrilha especializada em fraudar alvarás de soltura em Minas Gerais, fugiu do sistema prisional após a emissão de um falso alvará, em um novo episódio de possível fraude envolvendo o sistema judiciário.
Ricardo havia sido preso por envolvimento em ataques e manipulações em sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A fuga foi confirmada pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que informou, nesta segunda-feira (22), que as forças de segurança estaduais e federais foram acionadas para a recaptura.
O investigado foi um dos nove presos pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) no dia 10 de dezembro, durante a operação “Veredicto Sombrio”, deflagrada simultaneamente em Sete Lagoas, Belo Horizonte e outras cidades mineiras.
Segundo as investigações, Dom é apontado como o principal articulador de um esquema criminoso que incluía bloqueio e desbloqueio ilegal de veículos, liberação indevida de valores apreendidos, além da inclusão e retirada fraudulenta de mandados de prisão e alvarás de soltura nos sistemas judiciais.
Fuga com falso alvará
Fontes ouvidas pelo Tecle Mídia informaram que Ricardo deixou a unidade prisional após a apresentação de um alvará de soltura falsificado. Ainda conforme apurado, ao menos três outros detentos também teriam sido beneficiados pela mesma fraude. As fugas ocorreram no último sábado (20).
Em nota oficial, o TJMG esclareceu que todas as ordens fraudulentas foram identificadas em menos de 24 horas e imediatamente canceladas, além da restauração dos mandados prisionais.
“O Tribunal informa que os órgãos de segurança estadual e federal foram acionados e que não serão medidos esforços para a recaptura dos foragidos, bem como para a rigorosa apuração dos fatos”, diz o comunicado.
O TJMG também reforçou a confiança nos sistemas judiciais administrados pelo CNJ e afirmou manter monitoramento constante para prevenir novas tentativas de violação.
Saiba como denunciar
A Polícia Civil orienta que qualquer informação sobre o paradeiro do foragido seja repassada de forma anônima pelo Disque Denúncia 181. A ligação é gratuita e o sigilo é garantido.