
O jovem implicado em um ataque a duas escolas em Aracruz, no Espírito Santo, ocorrido em novembro de 2022, foi libertado após cumprir o tempo máximo de internação para menores, conforme anunciou o Ministério Público do Espírito Santo na terça-feira, 2 de dezembro de 2025.
O incidente aconteceu no dia 25 de novembro de 2022, quando um adolescente de 16 anos invadiu duas instituições de ensino, resultando na morte de quatro pessoas, sendo três professoras e uma aluna de 12 anos, e deixando outras 12 feridas.
A Justiça impôs a medida socioeducativa de internação em regime fechado, que é o máximo definido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para casos de atos infracionais graves cometidos por menores. Durante esse período, o jovem recebeu acompanhamento psiquiátrico conforme determinação judicial.
Com a entrada na maioridade e a conclusão da medida, ele foi colocado em liberdade assistida, mantendo-se sob supervisão voltada à reintegração social. Essa decisão gerou diversas reações e discussões entre os familiares das vítimas e diferentes segmentos da sociedade, que questionam a extensão da pena imposta em um caso de violência tão severa.

O jovem responsável por um ataque a duas escolas em Aracruz, no Espírito Santo, em novembro de 2022, foi liberado após cumprir o período máximo de internação previsto para menores de idade, informou o Ministério Público do Espírito Santo na terça-feira, 2 de dezembro de 2025.
O ataque ocorreu no dia 25 de novembro de 2022, quando o então adolescente de 16 anos invadiu duas instituições de ensino e matou quatro pessoas, incluindo três professoras e uma aluna de 12 anos, além de deixar outras 12 feridas.
A Justiça aplicou a medida socioeducativa de internação em regime fechado, que é o tempo máximo previsto pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) em casos que envolvem atos infracionais graves cometidos por menores. Nesse período o jovem recebeu também acompanhamento psiquiátrico determinado pela Justiça.
Com a maioridade alcançada e o término da medida, ele foi colocado em liberdade assistida, permanecendo sob acompanhamento destinado à reinserção social. A decisão tem gerado repercussões e reações diversas entre familiares das vítimas e segmentos da sociedade, que questionam a duração da pena aplicada em um caso de violência extrema