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Juliana Pippi fala sobre sensibilidade e presença feminina no Dia Internacional da Mulher



A arquiteta, designer e diretora criativa Juliana Pippi acredita que o Dia Internacional da Mulher deve ser encarado como um espaço de consciência coletiva sobre as estruturas sociais que ainda precisam evoluir.

Para Juliana Pippi, o 8 de março vai além de uma celebração simbólica. “O Dia Internacional da Mulher não é apenas uma data comemorativa, é um espaço de consciência. Em um mundo que muda tão rapidamente, ele nos convida a refletir sobre as estruturas que ainda precisam evoluir.”

A profissional reforça que a construção da equidade é um processo contínuo dentro da sociedade. “É um lembrete coletivo de que equidade não é concessão, é construção diária.”

Ao falar sobre o que a impulsiona diariamente, Juliana Pippi destaca o papel da sensibilidade dentro do processo criativo e das relações profissionais. “O que me dá força é saber que, todos os dias, amplio a minha sensibilidade. Em meio à força do trabalho e às exigências do mundo profissional, posso exercitar minha criatividade e deixar no mundo uma presença feminina intuitiva, com afeto e firmeza.”

Para Juliana Pippi, a sensibilidade não deve ser confundida com fragilidade, mas sim entendida como um elemento de direção e força. “Sensibilidade não é fragilidade, é direção. É ela que guia minhas escolhas, meus projetos e a maneira como construo relações.”

Ao definir o significado de ser mulher, Juliana Pippi sintetiza sua visão de forma direta: “Ser mulher, para mim, é ter presença e ser inteira.”





Fonte:www.glp4.com

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