
O liquidante do Banco Master encontrou indícios de fraude em uma negociação relativa à venda de participação na mineradora Itaminas, conduzida pelo empresário Daniel Vorcaro. A investigação aponta para a transação de 50% da empresa, realizada pouco antes da prisão do empresário e da liquidação da instituição financeira.
Conforme as informações que foram divulgadas, a participação de Vorcaro na mineradora foi vendida por cerca de R$ 700 milhões a investidores associados a grupos empresariais que já eram sócios minoritários da companhia. O liquidante alegou que a operação pode ter ocorrido por um “valor vil”, um termo usado quando um ativo é vendido a um preço muito inferior ao seu valor de mercado.
A venda ocorreu em novembro de 2025, perto da prisão de Vorcaro em uma investigação da Polícia Federal relacionada ao Banco Master. Logo na mesma semana, o Banco Central determinou a liquidação extrajudicial da instituição após detectar problemas financeiros e suspeitas de irregularidades na gestão.
A participação na Itaminas era vista como um dos principais ativos do empresário. A transação foi organizada em um modelo de “earnout”, onde parte do pagamento é baseada no desempenho futuro da mineradora.
O caso continua sob análise no contexto das investigações que envolvem o Banco Master, que foi alvo de operações da Polícia Federal devido a suspeitas de fraudes financeiras e irregularidades na emissão de títulos de investimento.

O liquidante do Banco Master identificou indícios de fraude em uma negociação envolvendo a venda de participação na mineradora Itaminas realizada pelo empresário Daniel Vorcaro. A suspeita envolve a transação de 50% da empresa, feita pouco antes da prisão do empresário e da liquidação da instituição financeira.
Segundo informações divulgadas, a participação de Vorcaro na mineradora teria sido vendida por cerca de R$ 700 milhões para investidores ligados a grupos empresariais que já eram sócios minoritários da empresa. O liquidante aponta que a operação pode ter ocorrido por “valor vil”, expressão usada quando um ativo é negociado por preço muito abaixo do valor considerado de mercado.
A venda aconteceu em novembro de 2025, poucos dias antes de Vorcaro ser preso em investigação da Polícia Federal relacionada ao Banco Master. Na mesma semana, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da instituição após identificar problemas financeiros e suspeitas de irregularidades na gestão.
A participação na Itaminas era considerada um dos principais ativos do empresário. A transação foi estruturada em um modelo de “earnout”, no qual parte do pagamento depende do desempenho futuro da mineradora.
O caso segue sendo analisado no contexto das investigações que envolvem o Banco Master, que se tornou alvo de operações da Polícia Federal por suspeitas de fraude financeira e irregularidades na emissão de títulos de investimento.