
Um morcego com diagnóstico de raiva foi encontrado no bairro Funcionários, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, o que gerou uma reação preventiva por parte da Prefeitura de Belo Horizonte. Esta informação foi confirmada na terça-feira (23).
Conforme a administração municipal, após a confirmação do caso, foi iniciada a vacinação de cães e gatos em um raio de 300 metros do local onde o animal foi encontrado. O endereço exato não foi revelado por motivos de segurança sanitária.
Segundo a prefeitura, essa iniciativa é padrão sempre que animais suspeitos da doença são recolhidos, especialmente morcegos em situações incomuns, como no chão, em troncos de árvores, muros, concertinas ou telas de janelas. Os Agentes de Combate a Endemias (ACE) estão atuando na área para fornecer orientações aos moradores sobre os cuidados necessários e as medidas preventivas contra a raiva.
Orientações à população
A recomendação é que, ao encontrar um morcego, a pessoa não toque no animal, não o descarte e não deixe cães ou gatos se aproximarem. A orientação correta é cobrir o morcego com uma caixa ou balde e esperar o recolhimento pela equipe especializada da prefeitura.
Casos de raiva em Belo Horizonte
Em 2025, até agora, 19 morcegos testaram positivo para raiva na capital mineira. As regionais com o maior número de casos foram Nordeste e Oeste, ambas com quatro ocorrências. Em 2024, foram registrados 28 casos, enquanto 2023 teve 15 confirmações.
Entenda a doença
Conforme o Ministério da Saúde, a raiva é uma doença viral grave que afeta mamíferos, incluindo humanos. Ela causa inflamação no cérebro e tem uma letalidade próxima de 100% quando não tratada a tempo.
A transmissão ocorre principalmente através da saliva de animais infectados, por mordidas, arranhões ou lambidas. Em cães e gatos, o vírus pode ser transmitido dias antes do surgimento dos sintomas. Por outro lado, os morcegos podem carregar o vírus por longos períodos sem evidenciar sinais da doença.
As autoridades ressaltam que a vacinação dos animais domésticos e a adoção de medidas preventivas são essenciais para evitar a propagação da raiva.

Um morcego diagnosticado com raiva foi encontrado no bairro Funcionários, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, e mobilizou uma ação preventiva da Prefeitura de Belo Horizonte. A informação foi confirmada nesta terça-feira (23).
De acordo com a administração municipal, após a confirmação do caso, foi iniciada a vacinação de cães e gatos em um raio de 300 metros do ponto onde o animal foi localizado. O endereço exato não foi divulgado por questões de segurança sanitária.
Segundo a prefeitura, esse tipo de ação é padrão sempre que há recolhimento de animais com suspeita da doença, especialmente morcegos encontrados em situações incomuns, como no chão, em troncos de árvores, muros, concertinas ou telas de janelas. Os Agentes de Combate a Endemias (ACE) estão atuando na região para orientar os moradores sobre os cuidados necessários e as medidas de prevenção contra a raiva.
Orientações à população
A recomendação é que, ao encontrar um morcego, a pessoa não toque no animal, não o descarte e não permita a aproximação de cães ou gatos. A orientação correta é cobrir o morcego com uma caixa ou balde e aguardar o recolhimento pela equipe especializada do município.
Casos de raiva em Belo Horizonte
Em 2025, até o momento, 19 morcegos testaram positivo para raiva na capital mineira. As regionais com maior número de ocorrências foram Nordeste e Oeste, com quatro casos cada. Em 2024, foram registrados 28 casos, enquanto em 2023 houve 15 confirmações.
Entenda a doença
De acordo com o Ministério da Saúde, a raiva é uma doença viral grave que afeta mamíferos, incluindo humanos. Ela provoca inflamação no cérebro e apresenta letalidade próxima de 100% quando não tratada a tempo.
A transmissão ocorre principalmente por meio da saliva de animais infectados, por mordidas, arranhões ou lambidas. Em cães e gatos, o vírus pode ser transmitido dias antes do aparecimento dos sintomas. Já os morcegos podem carregar o vírus por longos períodos sem apresentar sinais aparentes da doença.
As autoridades reforçam que a vacinação dos animais domésticos e a adoção de medidas preventivas são fundamentais para evitar a propagação da raiva.