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Mulher perde quase R$ 10 mil em golpe de falsários que se passaram por representantes do Judiciário em Sete Lagoas


Foto: Ilustrativa

Uma mulher de 50 anos foi alvo de um golpe de estelionato na manhã de quinta-feira, 26, no bairro Santa Luzia, em Sete Lagoas. O total de prejuízo chegou a R$ 9.999,99 após transferências eletrônicas.

Conforme o boletim de ocorrência, a mulher começou a conversar via WhatsApp com uma pessoa que se apresentou como advogada, mencionando uma suposta ação judicial já finalizada. Para dar credibilidade ao contato, foram enviados documentos falsificados com a identificação do Judiciário estadual.

Durante a conversa, um segundo indivíduo que se identificou como promotor fez uma chamada de vídeo e instruiu a vítima a acessar o aplicativo bancário, alegando a liberação de valores. Após isso, foram realizadas movimentações financeiras sem a autorização dela.

Foi registrada uma transferência via Pix no valor de R$ 5 mil, além do pagamento de um boleto no montante de R$ 4.999,99. Ao notar a fraude, a mulher procurou a Polícia Militar. O caso será investigado pela Polícia Civil.



Foto: Ilustrativa

Uma moradora de 50 anos foi vítima de estelionato na manhã de quinta-feira, dia 26, no bairro Santa Luzia, em Sete Lagoas. O prejuízo chegou a R$ 9.999,99 após transferências realizadas de forma eletrônica.

Segundo a ocorrência, a mulher passou a conversar pelo WhatsApp com uma pessoa que se apresentou como advogada e mencionou uma suposta ação judicial já finalizada. Para dar credibilidade ao contato, foram enviados documentos falsificados com identificação do Judiciário estadual.

Durante a conversa, um segundo indivíduo, que se identificou como promotor, realizou chamada de vídeo e orientou a vítima a acessar o aplicativo bancário sob a justificativa de liberação de valores. Após o procedimento, foram registradas movimentações financeiras sem autorização.

Houve uma transferência via Pix no valor de R$ 5 mil e o pagamento de um boleto de R$ 4.999,99. Ao perceber a fraude, a mulher procurou a Polícia Militar. O caso será investigado pela Polícia Civil.





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