
Nesta segunda-feira (23), a Receita Estadual de Minas Gerais, em conjunto com a Receita Federal, iniciaram a Operação Mr. Tools, com o objetivo de desmantelar um esquema de venda irregular de mercadorias na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O foco da operação foi um centro logístico situado em São José da Lapa.
As investigações revelaram que o local servia como a base operacional de um grupo econômico que armazenava, movimentava e distribuía produtos sem a devida documentação fiscal. O complexo contava com três galpões industriais que desempenhavam funções específicas dentro do esquema.
O valor das mercadorias apreendidas é estimado em cerca de R$ 90 milhões. Os itens incluem produtos eletrônicos, ferramentas, cadeiras, bicicletas e uma variedade de bens de consumo, todos circulando sem o pagamento de impostos como ICMS e tributos federais.
As autoridades destacaram que o grupo atuava de maneira organizada, com uma clara divisão de responsabilidades entre os integrantes e estratégias elaboradas para evitar a fiscalização. Dois galpões eram dedicados exclusivamente ao armazenamento e movimentação de produtos sem nota fiscal, enquanto um terceiro era destinado à revenda direta, incluindo itens com defeito que eram vendidos a preços reduzidos.
Foi identificado também o uso de empresas fictícias, registradas em nome de terceiros, com o intuito de aparentar regularidade. Após algum tempo, essas empresas deixavam de cumprir suas obrigações fiscais e encerravam suas atividades de maneira irregular.
Acredita-se que o grupo movimentasse cerca de R$ 500 mil diários em vendas, principalmente por intermédio de plataformas de comércio eletrônico, sem a contribuição tributária correspondente.
Durante a operação, auditores realizaram a coleta de dados digitais, a verificação de estoque e a análise das movimentações financeiras. Com base nas irregularidades descobertas, os tributos devidos, assim como multas e juros, serão cobrados.
A iniciativa também visa resolver problemas de concorrência desleal, uma vez que a comercialização de produtos sem tributação prejudica as empresas que atuam dentro da legalidade.
Uma coletiva de imprensa foi agendada para a tarde desta segunda-feira (23) em Belo Horizonte, onde mais detalhes sobre a operação serão compartilhados.

A Receita Estadual de Minas Gerais e a Receita Federal deflagraram nesta segunda-feira (23) a Operação Mr. Tools, com foco no combate a um esquema de comercialização clandestina de mercadorias na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A ação teve como alvo um centro logístico localizado em São José da Lapa.
Segundo as investigações, o local funcionava como base operacional de um grupo econômico responsável por armazenar, movimentar e distribuir produtos sem documentação fiscal. O complexo é formado por três galpões industriais utilizados para diferentes etapas do esquema.
O valor estimado das mercadorias encontradas chega a aproximadamente R$ 90 milhões. Entre os itens estão produtos eletrônicos, ferramentas, cadeiras, bicicletas e diversos bens de consumo, todos circulando sem o recolhimento de impostos como ICMS e tributos federais.
As autoridades apontam que o grupo atuava de forma estruturada, com divisão de funções entre os integrantes e estratégias para dificultar a fiscalização. Dois galpões eram utilizados exclusivamente para armazenamento e movimentação de produtos sem nota fiscal, enquanto um terceiro espaço era destinado à revenda direta de mercadorias, inclusive itens com defeito, vendidos com desconto.
Outro ponto identificado foi o uso de empresas de fachada, criadas em nome de terceiros para simular regularidade inicial. Após um período, essas empresas deixavam de cumprir obrigações fiscais e encerravam as atividades de forma irregular.
A estimativa é de que o grupo movimentasse cerca de R$ 500 mil por dia em vendas, principalmente por meio de plataformas de comércio eletrônico, sem a devida tributação.
Durante a operação, auditores realizaram coleta de dados digitais, levantamento de estoque e análise de movimentações financeiras. Com base nas irregularidades identificadas, serão cobrados os tributos devidos, além de multas e juros.
A ação também busca combater a concorrência desleal, já que a venda de produtos sem tributação prejudica empresas que atuam dentro da legalidade.
Uma coletiva de imprensa foi marcada para a tarde desta segunda-feira (23), em Belo Horizonte, para detalhamento da operação.