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Oposição encerra ocupação do plenário do Senado: “Para que os trabalhos possam fluir”


Senadores de oposição conseguiram reunir 41 assinaturas para início do processo de impeachment de Alexandre de Moraes; Cassação do ministro vai depender da vontade de Alcolumbre

Os partidos de oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) encerraram, nesta quinta-feira (7/8), a manifestação pró-bolsonaro no Senado. Os parlamentares de oposição, liderados pelo Partido Liberal, ocuparam a mesa diretora da Casa por quase dois dias seguidos, exigindo do presidente, Davi Alcolumbre (União-AP), abertura de processo de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

“Fizemos um esforço hoje, junto aos nossos pares, e estamos neste momento nos retirando da mesa do Senado da República para que os trabalhos possam fluir normalmente. Agora, às 11h, terá uma sessão virtual. Se, o presidente entender por bem, poderá ser presencial”, anunciou Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado.

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Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Coletiva de imprensa realizada na manhã desta terça-feira (5/8) para anunciar “pacote da paz”Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado


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Em meio à obstrução, os senadores de oposição conseguiram reunir 41 assinaturas para a abertura do impeachment de Moraes. O número é suficiente para instauração do processo, mas, para que isso ocorra, vai depender da “vontade” da Davi Alcolumbre.

Na Câmara dos Deputados, segundo o líder do PL, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), um acordo foi firmado entre os partidos de oposição e o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), para que o projeto da anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023 seja colocado em votação.

“Objetivo nosso é comunicar como foi construído o acordo de forma transparente para todo o Brasil. Momento do país é gravíssimo, temos o poder Legislativo de cócoras para o Judiciário. Toda essa ocupação feita pelos guerreiros parlamentares tem o objetivo principal a volta das prerrogativas constitucionais do Congresso, e é isso que foi fruto do acordo”, disse.

 

 



Fonte: Portal Leo Dias

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