CSO do
Atlético
Ao abordar o tema, Bracks relembrou como foi o ano de 2025 do Atlético, que terminou de maneira melancólica. Apesar do título mineiro, o Alvinegro amargou os vice-campeonatos da Copa do Brasil e da Copa Sul-Americana, além de ter encerrado o Brasileirão apenas na 11ª colocação.
Isso porque, em certo momento do ano passado, o Atlético tomou a decisão de “abdicar” do Campeonato Brasileiro para focar nos mata-matas dos torneios eliminatórios.
O dirigente atleticano se recordou especialmente da decisão do torneio continental e revelou como foi o clima após a derrota nos pênaltis, em Assunção, capital paraguaia.
“A gente sofreu demais nessa final (Sul-Americana), mas muito. O voo de volta foi uma das coisas mais tristes que eu já passei num clube de futebol. Ficou todo mundo com uma sensação que a gente ia conseguir, que estávamos próximos, e não conseguimos. Eu usei uma expressão depois para dizer que machucou ainda não tinha cicatrizado ainda. Foi muito doído, e imagino como foi em 2024”
Paulo Bracks, CSO do Atlético
O CSO do Atlético concluiu a análise afirmando que é obrigação da equipe fazer um 2026 melhor do que o que aconteceu na última temporada, mesmo com as finais alcançadas.
“De fato, chegar em três finais grandes, na Copa do Brasil, Libertadores e Sul-Americana, é um fator positivo. Perder que não é. É uma obrigação do Atlético performar melhor do que em 2024 e 2025”, finalizou o dirigente.
Fonte: Itatiaia