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Paulo Vilhena, Duda Reis e Vittor Fernando estrelam nova montagem de “Qualquer Gato Vira-Lata” no Teatro das Artes



Um dos títulos mais populares da comédia romântica brasileira está de volta aos palcos paulistanos. A peça “Qualquer Gato Vira-Lata Tem Uma Vida Sexual Mais Sadia que a Nossa!”, escrita por Juca de Oliveira, estreia nova montagem no dia 6 de março, no Teatro das Artes, em São Paulo, reunindo no elenco Paulo Vilhena, Duda Reis e Vittor Fernando. A direção é assinada por Alexandre Reinecke, nome consolidado no circuito da comédia teatral.

Lançada originalmente em 1998 e posteriormente adaptada para o cinema, a obra construiu uma trajetória de sucesso no mercado cultural brasileiro, conquistando milhares de espectadores ao longo das temporadas e se tornando referência quando o assunto é entretenimento leve e inteligente. A nova produção chega com temporada até 31 de maio, reforçando a força do gênero no cenário teatral da capital paulista.

Na trama, Tati, personagem de Duda Reis, vê sua vida amorosa ruir após ser abandonada por Marcelo, vivido por Vittor Fernando. Em meio à frustração, ela se aproxima de Conrado, interpretado por Paulo Vilhena, um professor que tenta decifrar o amor com base em teorias científicas inspiradas no comportamento animal. O resultado é um triângulo amoroso recheado de situações inusitadas, embates emocionais e reflexões bem-humoradas sobre as relações modernas.

Sob o comando de Alexandre Reinecke, a encenação aposta em uma proposta assumidamente teatral, com marcações precisas, ritmo acentuado e forte jogo corporal. O diretor revisita referências dos grandes palhaços do circo, do cinema e do teatro, explorando o exagero como ferramenta cômica sem perder a inteligência do texto original. “Estou imprimindo o meu jeito de fazer comédia. É uma proposta muito teatral, inspirada nos grandes palhaços. A ideia é dar uma cara nova à montagem, com liberdade para o exagero quando necessário, mas mantendo a emoção que o texto carrega”, afirma.

Para Alexandre Reinecke, revisitar um clássico também é reafirmar a potência da comédia no circuito cultural. “Boas comédias precisam ser revisitadas porque continuam dizendo algo sobre nós. Em comédia, o entrosamento é tudo. Desde o início, o elenco se mostrou disponível e comprometido com a proposta”, completa o diretor.

A temporada também marca um momento importante na carreira de Paulo Vilhena, que retorna ao teatro após seis anos afastado dos palcos. Conhecido por trabalhos na televisão e no cinema, o ator reencontra o público em um gênero que exige precisão de timing e forte interação em cena, elementos centrais nesta montagem.

Com 70 minutos de duração e classificação indicativa de 14 anos, a produção reforça o vigor da comédia romântica no circuito paulistano, apostando em nomes conhecidos do público, direção experiente e um texto que atravessa gerações sem perder atualidade.





Fonte:www.glp4.com

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