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Polícia Civil desmantela esquema milionário de receptação de cobre na Região Metropolitana de Belo Horizonte

Divulgação/PCMG

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Com o objetivo de interromper um ciclo criminoso que afeta serviços fundamentais e impacta diretamente a população, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) iniciou, nesta quarta-feira (11/2), a segunda etapa da operação Cuprum, focada no combate à receptação qualificada de cabos e outros materiais metálicos roubados de empresas de telefonia e energia elétrica. A ação teve como alvo o elo econômico da rede criminosa — o responsável por financiar, estruturar e perpetuar os furtos.

A operação foi liderada pela 4ª Delegacia de Polícia em Contagem e resultou na execução de oito mandados de busca e apreensão nos municípios de Contagem e Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, além de na capital, resultando em duas prisões em flagrante. No total, dez pessoas estão sendo investigadas nesta fase, com idades variando entre 30 e 59 anos, principalmente donos ou responsáveis por ferros-velhos e galpões de reciclagem.

De acordo com o delegado regional em Contagem, César Duarte Matoso, a abordagem adotada nessa investigação representa uma nova estratégia no combate ao crime. “A repressão isolada aos furtos não é suficiente. Ao alcançar o receptador e o financiador, a Polícia Civil atinge o motor econômico da rede criminosa, enfraquecendo estruturalmente essa prática delitiva”, enfatizou.

Prejuízo milionário

As investigações tiveram início em julho de 2023, a partir de repetidas ocorrências de furtos de cabos de cobre na área, afetando diretamente prédios públicos e causando interrupções no fornecimento de energia e serviços de telecomunicações. A partir da primeira fase da operação, da análise de dispositivos móveis apreendidos e de relatórios de inteligência financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), foi revelada uma complexa rede de comercialização e reciclagem ilegal de materiais metálicos.

Segundo a delegada responsável pelo inquérito policial, Gabriella Maris Mello Pereira, os dados financeiros evidenciaram a dimensão do esquema. “Os investigados podem ter movimentado cerca de R$ 34 milhões em um período aproximado de dois anos. Esses valores estão sendo rastreados e submetidos a medidas de constrição judicial para desarticular o fluxo financeiro da organização”, esclareceu.

A delegada complementou que, por ordem judicial, esses valores foram bloqueados em contas bancárias ligadas aos investigados, além de terem sido impostas restrições a 13 veículos, incluindo carros de passeio e caminhões. “Foram também aplicadas medidas cautelares diversas da prisão, como a proibição de exercício de atividade econômica e de afastamento do município”, detalhou Gabriella Maris.

Apreensões

Durante as operações de busca, a Polícia Civil confiscou materiais metálicos de origem ilícita, celulares, cadernos de anotações, joias e munições de calibre 32. Um dos acusados foi preso em flagrante por posse ilegal de munições e, conforme a legislação vigente, pagou fiança. Outro foi detido em seu galpão sob a acusação, em tese, de receptação qualificada e permanece à disposição da Justiça.

Cuprum

A operação mobilizou 32 agentes da Polícia Civil, distribuídos em equipes para o cumprimento simultâneo das ordens judiciais, e o inquérito policial segue em andamento. Novas fases de investigação já estão previstas devido à complexidade e abrangência da rede criminosa identificada pela Polícia Civil.

O nome da ação policial, Cuprum, que em latim designa o metal cobre, faz alusão ao material que sustentava a rede criminosa em questão.



Divulgação/PCMG

Para interromper um ciclo criminoso que afeta serviços essenciais e compromete diretamente a população, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou, nessa quarta-feira (11/2), a segunda fase da operação Cuprum, voltada ao combate à receptação qualificada de cabos e materiais metálicos furtados de empresas de telefonia e energia elétrica. A ação teve como foco o elo econômico da cadeia criminosa — responsável por financiar, estruturar e manter a continuidade dos furtos.

A operação foi conduzida pela 4ª Delegacia de Polícia em Contagem e resultou no cumprimento de oito mandados de busca e apreensão nos municípios de Contagem e Betim, Região Metropolitana de Belo Horizonte, e na capital, além de duas prisões em flagrante. Ao todo, dez pessoas são investigadas nesta etapa, com idades entre 30 e 59 anos, a maioria proprietária ou responsável por ferros-velhos e galpões de reciclagem.

Segundo o delegado regional em Contagem, César Duarte Matoso, a estratégia adotada pela investigação representa uma mudança de eixo no enfrentamento do crime. “A repressão isolada aos furtos não é suficiente. Quando a Polícia Civil alcança o receptador e o financiador, atinge o motor econômico da cadeia criminosa, enfraquecendo estruturalmente essa prática delitiva”, destacou.

Prejuízo milionário

As investigações tiveram início em julho de 2023, após sucessivas ocorrências de furtos de cabos de cobre na região, inclusive com prejuízos diretos a prédios públicos e interrupções no fornecimento de energia e serviços de telecomunicações. A partir da primeira fase da operação, da análise de aparelhos telefônicos apreendidos e de relatórios de inteligência financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), foi revelada uma complexa rede de negociação e reciclagem ilícita de materiais metálicos.

De acordo com a delegada responsável pelo inquérito policial, Gabriella Maris Mello Pereira, os dados financeiros evidenciaram a dimensão do esquema. “Os investigados teriam movimentado cerca de R$ 34 milhões em um período aproximado de dois anos. Esses valores estão sendo rastreados e submetidos a medidas de constrição judicial para desarticular o fluxo financeiro da organização”, explicou.

A delegada completou que, por determinação judicial, esses valores foram bloqueados em contas bancárias vinculadas aos investigados, além da imposição de restrições sobre 13 veículos, entre carros de passeio e caminhões. “Também foram aplicadas medidas cautelares diversas da prisão, como a proibição de exercício de atividade econômica e de afastamento do município”, explicou Gabriella Maris.

Apreensões

Durante as buscas, a Polícia Civil apreendeu materiais metálicos de origem ilícita, aparelhos celulares, cadernos de anotações, joias e munições de calibre 32. Um dos investigados foi detido em flagrante por posse ilegal de munição e, conforme previsão legal, pagou fiança. Outro foi preso em seu galpão pela prática, em tese, do crime de receptação qualificada, permanecendo à disposição da Justiça.

Cuprum

A operação mobilizou 32 policiais civis, distribuídos em equipes para o cumprimento simultâneo das ordens judiciais, e o inquérito policial segue em tramitação. Novas fases investigativas já estão previstas em virtude da complexidade e extensão da cadeia criminosa identificada pela Polícia Civil.

O nome da ação policial, Cuprum, termo em latim que designa o metal cobre, faz referência ao material que sustentava a cadeia criminosa investigada. 





Fonte:Setelagoas.com

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