
Um indivíduo identificado como “Sicário”, detido durante uma operação da Polícia Federal que também atingiu o banqueiro Daniel Vorcaro, faleceu em Belo Horizonte nesta quarta-feira (4). O homem foi nomeado Luiz Phillipi Machado Moraes Mourão, visto pelas autoridades como um dos principais colaboradores do empresário nas ações em investigação.
Conforme relatos da Polícia Federal, Mourão teria tentado se suicidar enquanto estava sob custódia na Superintendência da PF em Minas Gerais. Ele foi socorrido e levado ao Hospital João XXIII, na capital mineira, mas não conseguiu sobreviver.
O homem havia sido detido na nova fase da Operação Compliance Zero, que investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras ligadas ao Banco Master e possíveis tentativas de coação contra críticos do grupo investigado.
Segundo as investigações, Mourão seria responsável por coordenar ações de pressão e vigilância contra opositores do grupo associado ao banqueiro.
A investigação continua pela Polícia Federal, que está analisando as circunstâncias da morte e os desdobramentos da operação contra a organização suspeita de atividades criminosas financeiras.

Um homem conhecido como “Sicário”, preso durante a operação da Polícia Federal que também teve como alvo o banqueiro Daniel Vorcaro, morreu em Belo Horizonte nesta quarta-feira (4). O investigado foi identificado como Luiz Phillipi Machado Moraes Mourão, considerado pelas autoridades um dos principais aliados do empresário nas ações investigadas.
Segundo informações da Polícia Federal, Mourão teria atentado contra a própria vida enquanto estava sob custódia na Superintendência da PF em Minas Gerais. Ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital João XXIII, na capital mineira, mas não resistiu.
O investigado havia sido preso na nova fase da Operação Compliance Zero, que apura um esquema bilionário de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master e possíveis tentativas de intimidação contra críticos do grupo investigado.
De acordo com as investigações, Mourão seria responsável por coordenar ações de pressão e monitoramento contra adversários do grupo ligado ao banqueiro.
O caso segue sendo apurado pela Polícia Federal, que investiga as circunstâncias da morte e os desdobramentos da operação contra a organização suspeita de crimes financeiros.