
Um estudo publicado nesta sexta-feira, 6, revela que em média, 12 mulheres sofrem violência a cada 24 horas em nove estados brasileiros monitorados pela Rede de Observatórios da Segurança.
O relatório compila dados coletados ao longo de 2025 nos estados do Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo. As informações foram coletadas através do monitoramento diário de incidentes de violência reportados em registros públicos e na mídia.
Segundo a pesquisa, foram registrados milhares de incidentes de violência contra mulheres durante o período analisado. Os casos incluem agressões físicas, violência sexual, tentativas de feminicídio e assassinatos motivados por violência de gênero.
Outro dado relevante do relatório é que 78,5% das agressões foram perpetradas por companheiros ou ex-companheiros das vítimas, sinalizando que a maioria dos incidentes ocorre dentro de relações pessoais ou no ambiente doméstico.
O levantamento também registrou várias mortes de mulheres nos estados monitorados, totalizando mais de mil óbitos, incluindo homicídios, feminicídios e transfeminicídios.
Especialistas enfatizam que esses números evidenciam a urgência de fortalecer políticas públicas de prevenção, ampliar redes de proteção às vítimas e motivar a denúncia de casos de violência.
, Brasil, Violência contra mulheres, Direitos humanos, Feminicídio, Segurança pública

Um relatório divulgado nesta sexta-feira, 6, aponta que em média 12 mulheres são vítimas de violência a cada 24 horas em nove estados brasileiros monitorados pela Rede de Observatórios da Segurança.
O levantamento reúne dados coletados ao longo de 2025 nos estados do Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo. As informações foram obtidas a partir de monitoramento diário de casos de violência divulgados em registros públicos e na imprensa.
De acordo com o estudo, foram registrados milhares de episódios de violência contra mulheres durante o período analisado. Entre os casos contabilizados estão agressões físicas, violência sexual, tentativas de feminicídio e assassinatos motivados por violência de gênero.
Outro dado destacado no relatório aponta que 78,5% das agressões foram cometidas por companheiros ou ex-companheiros das vítimas, indicando que grande parte dos episódios ocorre dentro de relações afetivas ou no ambiente doméstico.
O levantamento também registrou centenas de mortes de mulheres nos estados monitorados. Ao todo, foram contabilizadas mais de mil mortes, considerando homicídios, feminicídios e transfeminicídios.
Especialistas destacam que os números reforçam a necessidade de ampliar políticas públicas de prevenção, fortalecer redes de proteção às vítimas e incentivar a denúncia de casos de violência.
, Brasil, Violência contra mulheres, Direitos humanos, Feminicídio, Segurança pública