Fontes do portal LeoDias revelam que o rapper realizou um show clandestino na casa de um amigo e ignorou notificações sobre a bateria da tornozeleira
A decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de revogar a liberdade do rapper Oruam nesta segunda-feira (2/3) não foi apenas uma tecnicalidade jurídica. Por trás da caneta dos ministros, existem relatórios de comportamento que mostram que o cantor “pagou para ver”.
Fontes exclusivas ouvidas pelo portal LeoDias revelam que o artista ignorou alertas da família, violou regras da tornozeleira eletrônica e chegou a fazer um show clandestino na casa de um amigo, no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, achando que passaria despercebido.
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Oruam critica operação no Rio de Janeiro: “Banho de sangue”Reprodução: Instagram @oruam

A máscara do Homem Aranha foi usada no momento em que saiu do presídio em BanguReprodução: Instagram/@oruam

Noiva de Oruam desabafaFoto/Instagram/@feuvalenca
O retorno iminente ao cárcere é o desfecho de uma série de atitudes imprudentes. Segundo nossa apuração, Oruam foi notificado diversas vezes pelo sistema penitenciário sobre a falta de carregamento de sua tornozeleira eletrônica. Em vez de corrigir a falha, o rapper teria ignorado os avisos, mantendo o dispositivo desligado ou sem bateria, o que configura fuga técnica.
O ponto crítico, por outro lado, foi a audácia de voltar a frequentar áreas proibidas pela Justiça. Contatos da polícia no Alemão confirmaram que o rapper esteve na comunidade. Mais do que uma visita, os oficiais obtiveram provas de que ele realizou um show na casa de um amigo, confiando que a apresentação intimista não vazaria.
Fontes do portal LeoDias ainda relatam que o cantor preferiu dar ouvidos a um grupo de amigos, que o incentivava a curtir a vida como se não devesse nada à Justiça, em detrimento dos conselhos da família e da namorada, Fernanda Valença. A insistência de Oruam em ignorar as medidas cautelares teria sido, inclusive, o pivô de uma grave crise no relacionamento com a companheira, que tentava alertá-lo sobre os riscos de voltar para a prisão.
Fonte: Portal Leo Dias