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STJ confirma a prisão de tenente-coronel acusado de feminicídio contra a esposa

© Gisele Alves Santana/Instagram

A decisão tomada nesta sexta-feira (20) nega o pedido de liberdade e mantém o oficial sob custódia após o falecimento da esposa, a soldado Gisele Alves Santana.

O Superior Tribunal de Justiça decidiu, na data de hoje (20), manter a detenção do tenente-coronel da Polícia Militar de São Paulo, Geraldo Leite Rosa Neto, que está sob investigação por feminicídio de sua esposa, a soldado Gisele Alves Santana. O pedido de liberdade apresentado pela defesa foi recusado pelo ministro designado para o caso.

No julgamento, o juiz considerou que o recurso utilizado pela defesa não era o apropriado para contestar a prisão decretada pela Justiça de São Paulo. Assim, o pedido nem sequer foi avaliado no mérito.

Geraldo foi preso na última quarta-feira (18), após ser indiciado pelos delitos de feminicídio e fraude processual. A investigação aponta tentativas de modificar elementos da cena do crime.

A vítima foi encontrada sem vida no apartamento onde o casal residia. Inicialmente, o caso foi tratado como um possível ato de suicídio, com base em um relato feito pelo próprio oficial às autoridades.

Entretanto, conforme as investigações avançaram, a classificação do caso foi alterada. Mensagens encontradas no celular do tenente-coronel sugeriam ameaças contra a esposa, o que aumentou as suspeitas de feminicídio.

Adicionalmente, imagens capturadas por câmeras corporais dos policiais que atenderam à ocorrência mostraram comportamentos que não eram compatíveis com a versão inicial apresentada, levantando indícios de tentativa de manipulação da cena.

A investigação continua, e o oficial permanece detido à disposição da Justiça.


© Gisele Alves Santana/Instagram

Decisão desta sexta-feira (20) rejeita pedido de soltura e mantém oficial detido após morte da esposa, a soldado Gisele Alves Santana

O Superior Tribunal de Justiça decidiu nesta sexta-feira (20) manter a prisão do tenente-coronel da Polícia Militar de São Paulo, Geraldo Leite Rosa Neto, investigado pelo feminicídio de sua esposa, a soldado Gisele Alves Santana. O pedido de soltura apresentado pela defesa foi negado pelo ministro responsável pelo caso.

Na decisão, o magistrado entendeu que o recurso utilizado pela defesa não era o meio adequado para questionar a prisão decretada pela Justiça de São Paulo. Com isso, o pedido não foi sequer analisado no mérito.

Geraldo foi preso na última quarta-feira (18), após ser indiciado pelos crimes de feminicídio e fraude processual. A investigação aponta que houve tentativa de alterar elementos da cena do crime.

A vítima foi encontrada morta no apartamento onde o casal morava. Inicialmente, o caso foi apresentado como possível ato contra a própria vida, após relato feito pelo próprio oficial às autoridades.

No entanto, o avanço das investigações mudou a tipificação do caso. Mensagens encontradas no celular do tenente-coronel indicariam ameaças feitas contra a esposa, o que reforçou a suspeita de feminicídio.

Além disso, imagens registradas por câmeras corporais dos policiais que atenderam a ocorrência mostrariam comportamentos considerados incompatíveis com a versão inicial apresentada, levantando indícios de tentativa de manipulação da cena.

O caso segue em investigação e o oficial permanece preso à disposição da Justiça.





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